quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Retiro anual - 31.08.2013


Irmãos e irmãs,

Paz e bem!

 

Está chegando nosso dia de estarmos juntos reunidos como fraternidade em oração e recolhimento.

 

No próximo sábado dia 31/08 será o "Retiro Espiritual anual das Chagas".

 

Como Conselho empenhamo-nos ao máximo para que tenhamos um dia muito abençoado e feliz.

 

Nossa irmã Mara virá da cidade de Porto Feliz para estar conosco durante todo o dia.

 

No mutirão mesmo que com poucos braços pintamos os espaços do refeitório, cozinha, sanitários e sala de reuniões para melhor acolher todos os irmãos.

 

Estamos fazendo nossa parte.

 

Cabe a cada irmão e irmã da Fraternidade também fazer sua parte.

 

O retiro anual é parte importante de nossa vida de Fraternidade.

 

Se não valorizarmos nossa vida espiritual, de oração e convivência, a vida em fraternidade não atingirá nossos corações e nossas almas.

 

Muito mais do que número, nossa fraternidade CARECE de irmãos e irmãs comprometidos com a VIDA EM FRATERNIDADE.

 

Desejo sinceramente que nossa irmã Mara encontre a fraternidade da qual me sinto honrada e feliz em representar em todos os lugares.

 

Fraternalmente,

Maria Nascimento - Ministra

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Mutirão!


Irmãos e irmãs,

Paz e bem!

Aconteceu no sábado dia 24/08/13 mais um mutirão nas dependências da Fraternidade.

Dessa vez nos mobilizamos para a pintura do refeitório, cozinha, sala de reuniões e sanitários.

Apesar do número reduzido de irmãos, nosso trabalho rendeu muito.

Ao final saímos todos pintados, mas felizes pela realização de mais evento cumprido nas Chagas!  Somos uma fraternidade de grandes emoções!

Contamos com a colaboração de 03 pessoas: 01 funcionário do Edifício e 02 da Concrejato.

Nossas irmãs Cecília e Darcy ficaram na cozinha e nos prepararam com muito carinho um delicioso almoço e lanche da tarde.

Infelizmente muitos irmãos ainda não despertaram para o valor da doação, ajuda mútua e dedicação á Vida em Fraternidade.

Mas vamos caminhando! Sempre caminhando!

Agradeço a todos que colaboraram com mais esse gesto concreto em prol da Vida em Fraternidade!

Deus seja louvado!

Próximo mutirão: rasgar papéis!

Maria Nascimento
Fotos:
 





 

 

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Denize Marum é reeleita Ministra no Capítulo Regional



São Paulo (SP) – Como era de se esperar, a Ministra Regional da Ordem Franciscana Secular, Região Sudeste III, Denize Aparecida Marum Gusmão, foi reeleita no Capítulo Regional Eletivo, neste sábado(17/8), no Centro Pastoral Santa Fé, em Perus, na Grande São Paulo.

Para vice-ministro foi eleito Antônio Carlos Alves e como coordenador da Formação César Galvão. Como primeira secretária foi eleita Edite Costa Beber; e segunda secretária, Rita de Cássia Plotegher. Os tesoureiros são Mario Zancheta Sobrinho (primeiro) e Reolando Silveira Filho (segundo). Por Distrito, foram eleitos os seguintes conselheiros: 1º. Distrito: Ana Maria Rodrigues, Nercy Lima Correia e José Edson S. Diniz; 2º. Distrito: Jalile Yared de Barros Sene e Terezinha Antunes C. Simão; 3º. Distrito: Angelina L. Costa e Deivid Alex gomes; 4º. Distrito: Hermínia Elpírio C. Santucci e Eduardo Aparecido Martins de Melo; 5º. Distrito: Lauro Antonio Baruqui Pirolla e Domingos Sávio Plotegher; 6º. Distrito: Ana Angélica Lopes Pereira; 7º. Distrito: Samara Fernandes Carpena; e 8º. Distrito: Elton Michetti e Maria das Graças Silva e Souza. Conselho Fiscal : Aldevir Francisco Brunini, Aluisio Victal e Creusa Maria da Silva; Suplentes: Samuel da Collina Jr: Ricardo Campane e Leonilda V. Martinez.

A coordenação do Capítulo esteve a cargo de Maria Bernadette Amaral Mesquita.

Fotos:





 
Fonte: www.franciscanos.org.br

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Vocação: Resposta de Fé

Cardeal Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo (SP)
 
Nem bem absorvemos as ricas e variadas mensagens da Jornada Mundial da Juventude e já nos encontramos a celebrar, como todos os anos, o mês das vocações no Brasil. De fato a própria JMJ já teve também um forte apelo vocacional. Muitos jovens participantes, certamente, sentiram, de maneira forte, a voz interior para viver bem a vida, não importando em qual estado de vida.
 
A primeira vocação é o chamado de Deus à vida e a vivê-la na correspondência com o desígnio de Deus. A isso, o papa Francisco exortou os jovens de muitas maneiras, quando os encorajou a não perderem a esperança, a não se conformarem com o consumismo e o hedonismo, a terem a coragem de ir contra a corrente, a serem solidários... Viver, humanamente, de forma plena e frutuosa, também é parte da vocação à fé e à vida cristã. O Papa Francisco exortou os jovens a serem protagonistas de um mundo novo.
 
Agosto, mês das vocações, no Ano da Fé: que há de novo nisso? As vocações, na Igreja de Cristo, não são compreensíveis a não ser à luz da fé. O que dá sentido à vida do padre e à sua dedicação “às coisas de Deus”? Por qual motivo alguém parte para as missões no meio de povos que não conhece e a eles dedica sua existência inteira? O que explica que alguém consagre sua vida inteiramente a Deus, já neste mundo, vivendo desapegado de coisas boas que a vida oferece? Como explicar que jovens continuem a casar e casais vivam, mesmo com dificuldades, um casamento fiel, santo e sintonizado com a vontade de Deus?
 
A resposta é só uma: a fé, como resposta a Deus, fruto de uma profunda experiência de Deus. A fé verdadeira faz perceber a vida a partir de um horizonte novo, que não despreza o horizonte das realidades humanas e das deste mundo; a fé é uma luz sobrenatural, que se irradia sobre toda a realidade e a faz conhecer a partir do olhar de Deus. Não é por acaso que o título da encíclica do papa Francisco sobre a fé é: “Lumen Fidei” – A Luz da Fé. A fé, dom de Deus, dom sobrenatural, dá uma capacidade que vai além da nossa natureza. Na Carta aos Hebreus lemos que “a fé é um modo de já possuir o que ainda se espera; é a convicção a respeito de realidades que não se vêem” (Hb 11,1).
 
Sem fé, não há vocação sacerdotal ou religiosa, nem vocação ao matrimônio ou verdadeira vocação laical. “Sem a fé, é impossível agradar a Deus, pois é preciso crer que Ele existe e recompensa os que dele se aproximam”, diz ainda a Carta aos Hebreus (11,6). A vocação, no sentido cristão e eclesial, nasce e se desenvolve no diálogo da fé, na consciência das pessoas, no ambiente de oração, de escuta da Palavra de Deus e de prática da vida cristã. Sobre isso, falou de maneira magistral o Beato João Paulo II na Exortação Apostólica pós-sinodal “Pastores dabo vobis” – Dar-vos-ei Pastores...
 
Muitas vezes pergunta-se por que as vocações diminuem? Por que não despertam novas vocações sacerdotais e religiosas? As respostas podem ser várias, mas a principal é esta: por causa da generalizada crise religiosa e da crise de fé. A abundância de religiosidades ainda não significa abundância de fé cristã. Sem um clima de fé nos vários ambientes que formam e marcam as pessoas, dificilmente surgem vocações; a fé, experimentada e vivida pessoal e eclesialmente, torna possível o surgimento das vocações.

A vida na fé, consciente, serena e alegre, faz perceber e valorizar o chamado de Deus; ao mesmo tempo, torna possível cultivar e manter uma ordem de valores e escolhas na vida, para perseverar na resposta ao chamado de Deus. A conclusão necessária, pois, parece-me ser esta: ajudar os jovens a terem uma boa iniciação à vida cristã, como “vida na fé”, nos vários ambientes em que ele vive. Mas, sobretudo, nos espaços da família e da comunidade eclesial. Isso ainda é possível? A JMJ foi uma amostra dessa possibilidade.

Fonte:cnbb.org.br

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Papa envia mensagem para a Semana da Família



No último dia 6 de agosto, o Papa Francisco enviou uma benção apostólica para os fiéis, comunidades e paróquias que participam, no Brasil, da Semana Nacional da Família. A programação, que ocorre entre os dias 11 e 17 de agosto, faz a reflexão do tema “Transmissão e Educação da Fé Cristã na Família”. O evento é animado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB.

A seguir, a íntegra da mensagem do Papa Francisco:

Vaticano, 6 de agosto de 2013

Queridas famílias brasileiras,

Guardando vivas no coração as alegrias que me foram proporcionadas durante a recente visita ao Brasil, me sinto feliz em saudá-las por ocasião da Semana Nacional da Família, cujo tema é “A transmissão e a educação da fé cristã na família”, encorajando os pais nessa nobre e exigente missão que possuem de ser os primeiros colaboradores de Deus na orientação fundamental da existência e a segurança de um bom futuro. Para isso, “é importante que os pais cultivem as práticas comuns de fé na família, que acompanhem o amadurecimento de fé dos filhos” (Carta Enc. Lúmem Fidei, 53). Neste sentido, os pais são chamados a transmitir, tanto por palavras como, sobretudo pelas obras, as verdades fundamentais sobre a vida e o amor humano, que recebem uma nova luz da Revelação de Deus. De modo particular, diante da cultura do descartável, que relativiza o valor da vida humana, os pais são chamados a transmitir aos seus filhos a consciência de que esta deva sempre ser defendida, já desde o ventre materno, reconhecendo ali um dom de Deus e garantia do futuro da humanidade, mas também na atenção aos mais velhos, especialmente aos avós, que são a memória viva de um povo e transmissores da sabedoria da vida. Fazendo votos de que vocês, queridas famílias brasileiras, sejam o mais convincentes arautos da beleza do amor sustentado e alimentado pela fé e como penhor de graças do Alto, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, a todos concedo a Benção Apostólica.

Francisco



sexta-feira, 9 de agosto de 2013

A grande “plantinha” do carisma franciscano.




Santa Clara nasceu em Assis, em 1194. Aos 18 de março de 1212, saiu de casa e se consagrou a Deus na igrejinha de Nossa Senhora dos Anjos, a Porciúncula. De 1212 até a sua morte, aos 11 de agosto de 1253, viveu no silêncio e no retraimento da clausura de São Damião.
Com a celebração dos 800 anos de fundação do carisma clariano, em 2012, muito se falou e destacou a personalidade forte de Santa Clara de Assis, com base em documentos recuperados no século XX, que mostram a figura ímpar desta seguidora de São Francisco de Assis na história da Igreja.

Hoje, já não dá mais para sequer pensar que Santa Clara foi inteiramente dependente de São Francisco. O frade capuchinho Frei José Carlos Pedroso, em entrevista a este site, explica o significado da “plantinha de São Francisco”, que gerou uma leitura equivocada desta grande mulher. “Trata-se de uma leitura desajeitada. Costumam entender que ela seria como um vaso querido de São Francisco, que ele punha na janela e regava todo dia. Seria uma criança. Mas quem conhece os textos das Fontes sabe que plantinha, em latim plântula, é o que nós chamamos de muda. Quando um mosteiro fundava outro, o fundador era chamado de plantador e o fundado era a muda, ou plantinha, porque nos primeiros tempos dependia dos cuidados do outro. Nas suas biografias, São Francisco é chamado de plantador da Ordem dos Menores. A Ordem de Santa Clara também foi plantada por ele.

Uma das coisas que surpreendem em Santa Clara é que, depois de ser obrigada a seguir a regra de São Bento, a regra de Hugolino e a regra de Inocêncio IV, ela pôde finalmente fazer a dela. É notável a sua maneira de ser livre”, explica Frei José Carlos.

Segundo o Dicionário Franciscano, os elementos fundamentais do novo estilo de vida estão sintetizados na Bula de aprovação da Regra de Santa Clara que fala da união dos espíritos e da altíssima pobreza, como também da vontade de viverem juntas na clausura. Estamos diante de aspectos exteriores de uma realidade interior centralizada no amor do pobre Crucificado.

“Sem sombra de dúvida a pedra angular de todo o edifício religioso, de toda a vida espiritual de Clara e de suas irmãs é estarem ligadas com afeto pessoal a Jesus Cristo, amor esse ardente e apaixonado. Por causa de Cristo, perto de Cristo, junto de Cristo se realizam todas as suas experiências e se constrói sua vida em sua totalidade”.
 
Fonte: Franciscanos na providencia.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Encontro fraterno realizado dia 04.08.2013

No encontro fraterno realizado no dia 04/08/13 após a celebração Eucarística no Santuário São Francisco, tomamos nosso habitual café da manhã e em seguida fomos para a sala de reuniões.
 
A irmã Maria Aparecida Crepaldi tratou sobre o tema: Estrutura da OFS. De maneira simples e objetiva foi situando cada um dos níveis da OFS: Fraternidade Local, Regional, Nacional, Internacional: a) Conselheiros e Vice Conselheiros Internacionais e b) Membros da Presidência do CIOFS.
Cada um dos irmãos e irmãs professos são os protagonistas de todo o governo da Ordem Franciscana Secular.
Todas as ações e serviços resultam na Fraternidade Local.
Enquanto ouvia, os pensamentos me levaram à palavra: Serviço.
Quando dizemos “sim” ao chamado de Deus para trabalhar em prol da Fraternidade, assumimos o compromisso de servir, servir aos irmãos e irmãs que Deus coloca em nosso caminho na fraternidade.
O caminho nem sempre é plano, mas pedregoso, caímos muitas vezes, machucamos os joelhos, nos dobramos para servir.
Deus é quem conduz os trabalhos, dá a graça. Devemos nos abrir ao Espírito Santo e deixar-se conduzir. O barro nas mãos do Oleiro.
E por falar em serviço, agradeço ao Senhor pelo triênio que se encerra do nosso Regional Sudeste III.
Quanto trabalho, reuniões, desgaste em viagens vivenciaram ao longo desse tempo.
E na reta final concluindo o trabalho, preparando relatórios, estatísticas, numa visão geral apresentar a vida e atividades de todas as fraternidades.    
Como fraternidade local, recebemos material, cursos, visitas, apoio, acompanhamento e acolhimento para melhor servir nossos irmãos na fraternidade.
Que Deus em sua infinita bondade e misericórdia conceda a cada um dos membros, bênçãos e graças pela missão cumprida!
Maria Nascimento