domingo, 29 de dezembro de 2013

Retrospectiva 2013


Revisando...

Neste ano de 2013 tivemos alguns acontecimentos marcantes na vida da Fraternidade:
O Falecimento dos irmãos João Azarias de Sobral em abril e Yvone Margarida Bock em novembro. Irmãos que durante muitos e muitos anos conosco caminharam, lutaram, participaram de nossas lutas, sonhos, alegrias, tristezas... e agora estão junto de Deus!
Fomos agraciados com a Assistência Espiritual de Frei Gustavo Wayand Medella, OFM. 
Contamos com o retorno de irmãos á Vida de Fraternidade. Isso nos alegra o coração e a alma!
Tivemos ao longo do ano vários momentos de oração com as noites de Vigílias e encontros de Ação Missionária!
Encontramo-nos também nos mutirões para colocar a casa em ordem!
Participamos do mini - encontro no Itaim Paulista e Encontro Distrital em Santos. Lotamos um ônibus (OFS e Jufra). Deus seja louvado!
Em algumas Celebrações Eucarísticas juntamos as vozes no coral das Chagas!
Realizamos o primeiro Retiro para os membros do Conselho. Bênção de Deus!
Fizemo-nos presentes como Fraternidade no Enlace Matrimonial dos irmãos Sueli e Alberto. Foi muito bom!
Estamos na expectativa da reabertura da Igreja das Chagas no próximo ano. Temos pela frente uma longa caminhada. Mas não desanimamos, caminhamos, caminhamos sempre!
Grande é o esforço e o trabalho para honrarmos com os compromissos da Venerável Ordem Terceira.

Grande é a alegria no convívio com os Irmãos!

Por tudo Deus seja louvado!

                                                Maria Nascimento - Ministra      











                         

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Uma visita.... um Presente...


Na tarde de sábado, dia 21 de dezembro, primeiro dia do verão, muito calor, fui convidado pela Irmã Maria, Ministra da nossa fraternidade para fazer uma visita à casa do irmão Jorge e Carol sua esposa. Rumo à zona oeste da cidade de São Paulo, caminhamos e formos recebidos já no ponto do ônibus pelo irmão Jorge.
Quando chegamos á casa encontramos sua esposa que também é Irmã da OFS e dois presentes de Deus, filhos do casal: Francisco e Antonio , são gêmeos e ficaram tímidos com nossa presença mas logo sentiram-se  em casa e como bom Franciscanos mostraram toda a alegria e energia para deixar a casa mais feliz.  
A experiência de estar com a família foi muito boa e rica para este momento de natal, como a família de Nazaré sabemos que toda família tem suas dificuldades, mas a força de ser pai e ser mãe supera e constrói o desejo da união afetiva e de vínculo familiar.
Estamos esperando a chegada do menino Jesus, “São Francisco desejava que no dia do nascimento do menino  que, os pobres e os esfomeados fossem saciados pelos ricos, e que se concedesse ração e feno mais abundante que de costume aos bois e aos burros....” (Segundo Celano, 200).  Assim agradecemos a Deus pela visita e pelo grande presente de Deus: Francisco e Antonio, duas crianças lindas e abençoadas.
Que Deus nosso pai e São Francisco o pobrezinho de Assis, abençoe sempre a família do irmão Jorge e todas as famílias neste santo natal!

Irmão Romário, formador.    







 

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Mensagem do Ministro Nacional para o Natal

Caríssimos Irmãos e Irmãs,

Paz e Bem!

Na trajetória deste ano, juntos refletimos e buscamos caminhar pensando sobre nós e o quanto Deus nos quer bem. Chegando ao final deste período de tempo, ainda queremos nos alegrar, pois sabemos que somos muito amados por Deus. Ele nos quer bem e está muito próximo de nós.

Outro fator que nos move, é ainda desejarmos levar o Amor de Deus aos homens. É fazer com que as pessoas se sintam amadas e transmitam amor as demais. É construir um mundo movido a amor. Pode até parecer piegas esta afirmação, mas os homens desejam tal sentimento e o próprio Deus, em Jesus Cristo, nascido entre nós, nos mostra por tal gesto – Deus Amor se fez um de nós!

Todos os dias de nossas vidas deveriam reafirmar em nós o amor de Deus. O amor que encontramos através de sua encarnação. Só em sabermos que nosso Deus, quis assumir nossa condição humana de forma amorosa, por amor veio viver entre nós, assumiu nossas dores, viveu nossas preocupações, sofreu fome, dor, sede, enfim, foi um de nós, nos enche de alegria e nos dá coragem de fazer sua vontade.

Mesmo diante de tantas diversidades. Do sofrimento que encontramos e padecemos. De um mundo dilacerado por divisões, por ganância, ódio, guerras, pensamentos e teorias que vão contra Deus, mundo este onde o próprio Senhor viveu, ensinou, amou, se entregou a morte por amor de nós, sabemos que a vida supera a morte; o amor vence o ódio; a paz é maior que o conflito; a esperança, a fé e a caridade são virtudes que alimentam a trajetória de todos os cristão. Deus está conosco, Ele nos dá coragem de transformar, de fazermos um mundo melhor.

Então é natal. Um dos momentos mais ricos para refletirmos. Deveríamos gritar a todos: Jesus nasceu! Que linda descoberta ainda hoje. É descoberta, já que os homens fecham os olhos para esta realidade. Parece que caminhamos sem esperança. Mas a esperança é o próprio Senhor que não nos abandona. Nós podemos abandoná-lo, deixá-lo por tantas coisas, mas ele não nos deixa. Por amor se fez um de nós. Por amor nos ensinou o caminho para Deus. Por amor se deixou matar. Que mais queremos nós, depois de tanta demonstração de amor de nosso Deus?

É natal sim! É o nascimento do Senhor em meio a nós, por uma consciência de seu amor, de sua presença, de seu acompanhamento, de seu desejo que os homens sejam felizes. É mudança de mentalidade, de gestos, de incertezas para as verdades de Deus, de suas palavras, dos valores do Reino de Deus que se faz presente em Jesus Cristo. "E A PALAVRA SE FEZ CARNE E VEIO MORAR ENTRE NÓS. NÓS VIMOS A SUA GLÓRIA, GLÓRIA QUE RECEBE DO SEU PAI COMO FILHO ÚNICO, CHEIO DE GRAÇA E DE VERDADE". (Jo. 1, 14)

Francisco de Assis, nosso querido pai espiritual, nos deixou um grandíssimo aprendizado: Deus é muito simples. Deus não é complicado. Deus é amor. Por isso, Francisco se deixou amar por Deus e o amou em plenitude. Foi todo de Deus e queria que todos encontrassem, vivessem esta maravilha. Francisco entendeu a proximidade de Deus, seja na alegria de sua encarnação e nascimento; na presença de Jesus na Eucaristia – doação; no amor sublime e total da cruz - só um Deus poderia ser assim: amar com tanta perfeição. " A QUANTOS, PORÉM, A ACOLHERAM, DEU-LHES PODER DE SE TORNAREM FILHOS DE DEUS: SÃO OS CRÊEM NO SEU NOME , ESTES FORAM GERADOS NÃO NO SANGUE, NEM DA VONTADE DA CARNE, NEM DA VONTADE DO HOMEM, MAS DE DEUS" (Jo. 14, 12)

Jesus é a luz verdadeira, que vindo ao mundo a todos ilumina. Dizemos que o natal é a festa das luzes. Não porque colocamos tantas "luzes natalinas", mas pelo fato ser a festa da luz verdadeira e plena. Aquela que ilumina de verdade a todos e a tudo. Que nos dá a alegria de vermos plenamente tudo, o que as trevas não nos deixa. Sejamos, pois, como seguidores de Jesus, homens e mulheres que transmitem com alegria essa luz a todos.

Com amor e alegria do natal do Senhor, desejo a todos um santo e feliz Natal.

Antônio Benedito de Jesus da Silva Bitencourt,OFS

Ministro Nacional

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

"O Natal é a festa da confiança e da esperança", disse o Papa Francisco na última Audiência Geral de 2013




Cidade do Vaticano (RV) – Apesar do frio de 3 graus, milhares de peregrinos acorreram à Praça São Pedro nesta quarta-feira para participar da última Audiência Geral de 2013 com o Papa Francisco. Antes da Catequese o Papa percorreu a Praça, descendo diversas vezes do Jeep, beijando crianças encasacadas e saudando todos os presentes. Mais de 1,5 milhões de peregrinos participaram das 30 Audiências com o Papa Francisco em 2013, segundo informou a Prefeitura da Casa Pontifícia.

O “Natal de Jesus, a festa da confiança e da esperança, que supera a incerteza e o pessimismo”, foi o tema da reflexão do Santo Padre. Ao iniciar sua catequese, Francisco disse que a “razão da nossa esperança é Deus que está conosco e confia ainda em nós”, explicando que pelo fato de Deus estar junto ao homem “que transcorre os seus dias na tristeza e na alegria”, “a terra não é mais somente um ‘vale de lágrimas’, mas é um local onde Deus mesmo fixou a sua tenda, é o lugar de encontro de Deus com o homem, da solidariedade de Deus com o homem”.

A seguir, o Papa observou que Deus demonstrou de modo insuperável a sua inclinação misericordiosa e plena de amor para com as criaturas ao fazer-se presença entre os homens. Mas alguma coisa surpreende:


“A presença de Deus em meio à humanidade não se deu em um mundo ideal, idílico, mas neste mundo real, caracterizado por tantas coisas boas e ruins, marcado por divisões, maldades, pobreza, prepotência e guerras. Ele escolheu habitar na nossa história assim como é, com todo o peso dos seus limites e dos seus dramas”.

O Natal de Jesus – disse o Papa – é a manifestação em que Deus colocou-se do lado do homem de uma vez por todas, para salvar-nos, para nos levantar do pó das nossas misérias, das nossa dificuldades, dos nossos pecados”. E disto vem o grande presente do Menino de Belém:
Uma energia espiritual que nos ajuda a não nos deixa abater pelos nossos cansaços, nossos desesperos, nossas tristezas, porque é uma energia que aquece e transforma o coração. O nascimento de Jesus, de fato, nos traz a bela notícia de que somos amados imensamente e singularmente por Deus, e este amor não somente o faz conhecer, mas o dá, o comunica”.

O Santo Padre fez duas considerações que emanam da contemplação alegre do mistério do Filho de Deus nascido por nós:
“A primeira é que - se no Natal Deus se revela não como alguém que está no alto e que domina o universo, mas como Aquele que se rebaixa, vem à terra pequeno e pobre – significa que para sermos parecidos com Ele não devemos nos colocar acima dos outros, mas sim abaixarmo-nos, colocarmo-nos a serviço, nos fazer pequenos com os pequenos e pobres com os pobres. Mas, é uma coisa feia quando se vê um cristão que não quer rebaixar-se, que não quer servir, um cristão que quer se exibir sempre. Este não é cristão, este é um pagão! O cristão serve, se rebaixa...”.
Ao falar da segunda consideração, Francisco explicou que se Deus, por meio de Jesus, quis envolver-se com o homem a ponto de tornar-se como um dele, “qualquer coisa que fizermos a um irmão ou a uma irmã, estaremos fazendo a Ele mesmo”, fazendo referência às palavras de Jesus citadas no Evangelho de São Mateus, onde fala que “quem tiver alimentado, acolhido, visitado, amado a um dos pequeninos e dos pobres entre os homens o terá feito ao Filho de Deus”.

Ao concluir sua reflexão, o Papa pediu, pela materna intercessão de Nossa Senhora, Mãe de Jesus e nossa, que possamos neste Natal “reconhecer na face do próximo, especialmente dos mais fracos e marginalizados, a imagem do Filho de Deus feito homem”.

Após a catequese os Papa saudou os peregrinos de diversos países presentes na Audiência. A um grupo de brasileiros falou:

“Amados peregrinos de língua portuguesa, a minha cordial saudação para todos, em particular para os fiéis brasileiros de Chapecó, com votos de um santo Natal repleto de consolações e graças do Deus Menino. Nos vossos corações, famílias e comunidades, resplandeça a luz do Salvador, que nos revela o rosto terno e misericordioso do Pai do Céu. Ele vos abençoe com um Ano Novo sereno e feliz!”


Fonte: Rádio Vaticano

domingo, 15 de dezembro de 2013

Oração a Maria do Advento

Maria, Mãe Santíssima e Senhora minha, está tudo pronto para o nascimento de teu Filho.

Os anjos já se preparam para cantar a glória de Deus e a paz entre todos os homens, amados pelo Deus de nossos pais.

Tu disseste teu sim em tua carne virgem e pura encarnou-se o Deus de todas as belezas e tu o alimentas com a seiva de teu seio e com a ardência de teu amor.

Tu estás pronta para chegar a Belém e os pastores já estão nos campos contemplando o céu e tentando descobrir uma estrela diferente.

Tu estás grande, Maria, minha Mãe, e em breve verás aquele que te gerou!

Bendita és tu, Senhora minha, tu és a mulher pobre e a virgem transparente, a mulher fiel e a virgem confiante.

Realiza-se em ti a palavra de Isaías que nos dizia que um menino nos seria dado, e que se chamaria Emanuel.

Bendita és tu, Maria do Advento, Mãe de todos os homens e Mãe de Jesus, nossa esperança.

Bendita és tu porque o Altíssimo fez em ti maravilhas.

Bendita és tu, MARIA!


Devocionário Franciscano – pag. 162

O Natal ao modo de Francisco de Assis


A espiritualidade franciscana está fundamentada em três momentos da vida de Jesus: nascimento, Eucaristia e cruz. Estamos nesses dias de um desses pilares que é o Natal. Francisco quis celebrar o natal diferentemente, quis vivenciá-lo, na espera da solenidade pediu para organizar a festa. Francisco colocou animais e pessoas em um presépio vivo para despertar em si e em todas as sensações daquele momento, ele quis vivenciar, fazer experiência, quis sentir em seu próprio corpo como foi/é o nascimento do Salvador O Santo não busca simplesmente entender com a mente, com construções teóricas e/ou doutrinas estabelecidas. Em sua simplicidade quer “ver”, quer vislumbrar, sentir em si a doçura do menino Deus.

O Natal é este tempo de resgate dessa vivencia originária do nosso carisma, aquilo que foi despertado em Francisco de Assis está bem ali em Belém, em um estábulo, gratuitamente, nasce nosso Salvador.
A celebração do Natal nos leva a contemplar os grandes mistérios de Deus. Este Jesus próximo, humano, que nos dignifica, humaniza e diviniza.


Que neste tempo de natal,  possamos aprender com a gratuidade de Deus revelado no presépio, que nosso coração esteja aberto para esse menino que nasce. 

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Audiência: "O Juízo Final já começou. A salvação é abrir-se a Jesus"


Cidade do Vaticano (RV) – A Praça S. Pedro ficou lotada nesta manhã para a Audiência Geral com o Papa Francisco.

Apesar do frio de cinco graus na capital italiana, a grande quantidade de fiéis impede que a Audiência se realize na Sala Paulo VI, como é costume nesta época do ano. Antes de dirigir suas palavras à multidão, o Pontífice percorreu toda a Praça a bordo do seu papamóvel para receber e retribuir o carinho dos peregrinos.

Nesta quarta-feira, o Papa iniciou a última série de catequeses sobre a nossa profissão de fé, analisando a afirmação “Creio na vida eterna”. De modo especial, Francisco se concentrou no Juízo Final, quando o regresso de Cristo evidenciará o bem que cada um realizou ou omitiu durante a sua vida terrena. Este momento provoca em nós medo e até mesmo inquietação.

Porém, disse o Santo Padre, se refletirmos bem, o Juízo Final pode constituir um grande motivo de consolação e de confiança, como acontecia nas primeiras comunidades cristãs. Elas terminavam suas orações com a súplica «Maranathà – Vinde, Senhor!». No final do livro do Apocalipse, essa palavra aparece nos lábios da Igreja-esposa, que não vê a hora de abraçar o seu esposo, Cristo, plenitude de vida e de amor. Se pensarmos no Juízo nesta perspectiva, todo medo e titubeio desaparece e deixa espaço para a espera e para uma profunda alegria, pois será justamente o momento em que seremos julgados finalmente prontos para sermos revestidos da glória de Cristo.

Um segundo motivo de confiança nos é oferecido pela constatação de que, no momento do Juízo, não seremos abandonados. O Apóstolo Paulo afirma que os santos julgarão o mundo.

“Que belo saber que naquele momento, além de Cristo, poderemos contar com a intercessão e com a benevolência de muitos nossos irmãos e irmãs maiores que nos precederam no caminho da fé, que ofereceram sua vida por nós e que continuam a nos amar de modo indizível! Quanta consolação suscita no nosso coração esta certeza! A Igreja é realmente uma mãe e, como tal, quer o bem dos seus filhos, sobretudo dos mais distantes e aflitos, até encontrar a sua plenitude no corpo glorioso de Cristo com todos os seus membros.”

Por fim, o Pontífice citou o Evangelho de João, quando diz que “quem crê em Jesus não é condenado, mas quem não crê já está condenado por não crer no Filho Unigênito de Deus”.

“Isso significa que o Juízo não se decide no último dia, mas já está em ato, no decorrer da nossa existência”, explicou Francisco. Ele é pronunciado a cada instante da vida, como reflexo da fé ou da nossa incredulidade, que nos leva ao fechamento em nós mesmos. “Mas se nós nos fechamos ao amor de Jesus, somos nós mesmos que nos condenamos! Somos condenados por nós mesmos! A salvação é abrir-se a Jesus e Ele nos salva.”

Aqui entra em jogo a nossa responsabilidade, concluiu Francisco. “Somos nós, portanto, que podemos nos tornar juízes de nós mesmos, nos autocondenando à exclusão da comunhão com Deus e com os irmãos. Jamais nos cansemos, portanto, de vigiar sobre os nossos pensamentos e nossas atitudes, para saborear desde já o calor e o esplendor da face de Deus, que na vida eterna contemplaremos em toda a sua plenitude.”



Fonte: Rádio Vaticano

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Celebração Eucarística dia 01.12.13


Irmãos e irmãs,

Paz e bem!

Na Celebração Eucarística no dia 01/12/13, presidida pelo Frei Alvaci Mendes da Luz, OFM rezamos em Ação de Graças pelos 14 anos de fundação da Fraternidade Jufra das Chagas.

A fraternidade passa pelo processo de renovação, com frutos para os Conselhos superiores da Jufra e para a OFS local.

Após a missa tomamos o tradicional café da manhã, cantamos parabéns e comemos bolo.

Depois fomos para a sala de reuniões e assistimos o vídeo preparado pela OFS sobre  a caminhada da jufra em nossa Fraternidade.

Em seguida fomos visitar as obras de Restauro da Igreja das Chagas.

Deus seja louvado!

Maria Nascimento     










 

 
 


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Solenidade Imaculada Conceição de Nossa Senhora




Maria Santíssima na Piedade Franciscana

Por Frei Constantino Koser, OFM

O intenso amor a Cristo-Homem, qual o praticara São Francisco e qual o legara à sua Ordem, não podia deixar de atingir Maria Santíssima. Já as razões do coração católico de São Francisco e seu cavaleirismo o levavam a amor aceso da virgem Mãe de Deus. “Seu amor para com a bem-aventurada Mãe de Cristo, a puríssima Virgem Maria, era de fato indizível, pois nascia em seu coração quando considerava que ela havia transformado em irmão nosso o próprio Rei e Senhor da glória e que por ela havíamos merecido alcançar a divina misericórdia. Em Maria, depois de Cristo, punha toda a sua confiança. Por isto a escolheu para advogada sua e de seus religiosos, e em sua honra jejuava devotamente desde a festa de São Pedro e São Paulo até à festa da Assunção”.

São Francisco não é apenas um santo muito devoto, muito afeiçoado à Mãe de Deus, mas é um dos santos em que a piedade mariana aparece numa floração original e singular, sem contudo se afastar, por pouco que seja, das linhas marcadas pela Igreja. A Idade Média, da qual é Filho, teve uma piedade mariana cheia dos mais suaves encantos, porque fundada toda sobre a nobreza de sentimentos e a cortesia de atitudes de cavaleiros. Os cavaleiros se consideravam paladinos da honra e da glória de Maria Santíssima.

São Francisco, que em sua concepção específica da vida religiosa partia deste ideal e que considerava os seus como “cavaleiros da Távola Redonda”, cultivou com esmero e com intensidade toda sua o serviço da Virgem Santíssima nos moldes do ideal cavaleiroso, condicionado pelo seu conceito e pela sua prática da pobreza. Nada mais comovente e delicado na vida deste Santo, que a forte e ao mesmo tempo meiga e suave devoção à Mãe de Deus. Derivada do amor de Deus e de Cristo, orientada pelo Evangelho e vazada nos moldes e costumes do cavaleirismo medieval, transposto a uma sobrenaturalidade, pureza e força singularíssima, esta piedade mariana do Santo fundador é parte integrante do que legou à sua Ordem e aí foi cultivada com esmero.

São Francisco fez dos cavaleiros de “Madonna Povertá” os paladinos dos privilégios e da honra da Mãe de Cristo. As fontes da vida e da espiritualidade de São Francisco são unânimes em narrar quanto a igrejinha da Porciúncula minúscula, pobre e abandonada na várzea ao pé de Assis, igrejinha de Nossa Senhora dos Anjos – atraía as atenções de São Francisco e prendia a sua dedicação. Atraiu as suas atenções, quando estava para cumprir, segundo a interpretação que lhe dava, a ordem de Cristo de reconstruir a Igreja Santa. O edifício ameaçava ruínas. São Francisco pôs mãos à obra e em pouco tempo, com pedras e cal de “Madonna Povertá”, restituiu a estrutura da capela: “Vendo-a (a capela) São Francisco em tão ruinoso estado, e movido por seu indizível e filial afeto da soberana Rainha do universo, se deteve ali com o propósito de fazer quanto fosse possível para a sua restauração… Fixou neste lugar a sua morada, movido a isto pela sua reverência aos santos anjos, e muito mais pelo entranhado amor da Mãe Bendita de Cristo”.

Depois de assinalado por Cristo com os sinais gloriosos, mas dolorosos da Paixão, São Francisco voltou à Porciúncula. De lá partia novamente para pregar, mas voltava sempre. Os irmãos, apreensivos pela sua saúde combalida, obrigaram-no a permitir o levassem aonde melhor podiam atender ao tratamento reclamado pelo eu estado. Quando, porém, ia findar o tempo que Deus lhe concedera, e sabia quando findaria, São Francisco pediu que o levassem novamente à capelinha da Virgem dos Anjos. À sombra da igrejinha entregou sua alma a Deus no trânsito incomparável que foi o seu. Maria Santíssima, tão agraciada por Deus, possui encantos mil e à semelhança do seu Filho Divino é tão rica que um coração humano não pode venerar de uma só vez todas as prerrogativas de que foi cumulada pela generosidade divina.

Há desta forma a possibilidade das mais variadas devoções da Virgem, há a possibilidade de cada qual venerá-la e amá-la sob o aspecto que mais o comove, que mais o inflama. (Extraído do Livro “O Pensamento Franciscano”, Editora Vozes) -

Fonte: Site dos franciscanos

Solenidade Imaculada Conceição de Nossa Senhora



O Messias vai chegar

1ª Leitura: Gn 3,9-15.20
Sl 97
2ª Leitura: Ef 1,3-6.11-12
Evangelho: Lc 1,26-38


26 No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré. 27 Foi a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José, que era descendente de Davi. E o nome da virgem era Maria. 28 O anjo entrou onde ela estava, e disse: «Alegre-se, cheia de graça! O Senhor está com você!» 29 Ouvindo isso, Maria ficou preocupada, e perguntava a si mesma o que a saudação queria dizer. 30 O anjo disse: «Não tenha medo, Maria, porque você encontrou graça diante de Deus. 31 Eis que você vai ficar grávida, terá um filho, e dará a ele o nome de Jesus. 32 Ele será grande, e será chamado Filho do Altíssimo. E o Senhor dará a ele o trono de seu pai Davi, 33 e ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó. E o seu reino não terá fim.» 34 Maria perguntou ao anjo: «Como vai acontecer isso, se não vivo com nenhum homem?» 35 O anjo respondeu: «O Espírito Santo virá sobre você, e o poder do Altíssimo a cobrirá com sua sombra. Por isso, o Santo que vai nascer de você será chamado Filho de Deus. 36 Olhe a sua parenta Isabel: apesar da sua velhice, ela concebeu um filho. Aquela que era considerada estéril, já faz seis meses que está grávida. 37 Para Deus nada é impossível.» 38 Maria disse: «Eis a escrava do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra.» E o anjo a deixou.

* 26-38: Maria é outra representante da comunidade dos pobres que esperam pela libertação. Dela nasce Jesus Messias, o Filho de Deus. O fato de Maria conceber sem ainda estar morando com José indica que o nascimento do Messias é obra da intervenção de Deus. Aquele que vai iniciar nova história surge dentro da história de maneira totalmente nova.
Bíblia Sagrada – Edição Pastoral

 Fonte: Site dos Franciscanos


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Solenidade Imaculada Conceição de Nossa Senhora

Imaculada Conceição da Virgem Maria

A presente festa celebra a fé da Igreja, de que Maria não conheceu o pecado original, para que fosse digna Mãe do Filho de Deus. Esta intuição, porém, não é apenas mariológica, mas também eclesiológica e escatológica, no sentido de que Maria antecipa, assim, o estado de inocência ao qual todos somos chamados (2ª leitura); ela é a primícia da Igreja, que, como ela, deve realizar a figura da “esposa sem ruga nem mancha” do esposo escatológico – embora seus membros, na atualidade terrestre, não sejam bem assim.

Maria é, portanto, a única exceção da participação universal do pecado, que reina desde o pecado de Adão, o “pecado das origens” (pecado original). Nela e em sua prole, a Igreja viu a plenitude daquilo que está prefigurado em Gn 3,9-15 (1ª leitura): a mulher e sua descendência, pisando aos pés a cabeça da serpente, encarnação da tentação pecaminosa. Assim, Maria é a nova Eva, conforme a exegese alegórica dos Santos Padres: “Ave, Eva”.

O importante, porém, é interpretarmos o dogma da Imaculada Conceição como uma realidade teológica e soteriológica. “Achaste graças diante de Deus” (Evangelho). Quem quis Maria sem pecado foi Deus. Assim como a nossa participação no pecado da humanidade não é algo que queremos, propriamente, assim também a liberdade de Maria com relação ao pecado não é obra sua, mas de Deus, ainda que ex praevisis meritis. Ou, em outros termos, na indescritível variedade de situações humanas, realizou-se também – assim acreditamos – a realidade de uma existência não manchada pela solidariedade pecaminosa do pecado original, situação realizada por Deus e vivida por Maria como vocação específica de dar ao mundo o Filho de Deus. A graça que Maria recebeu é, ao mesmo tempo, sua missão. E conhecemos a resposta de Maria: “Eis a serva do Senhor” (evangelho). Torna-se assim intimamente solidária com aquele que será o Servo por excelência.

O mistério da Imaculada Conceição é o mistério da perfeita pertença à santidade de Deus, que é o núcleo também da santidade da Igreja e o futuro ao qual todos nós somos chamados. Em Maria, este futuro já é passado. Por isso, o prefácio de hoje a chama de “primícias da Igreja”.

Observemos ainda que ninguém se pode deixar confundir pela mensagem principal do evangelho de hoje, escolhido por causa das frases acima destacadas. Na realidade, este evangelho não narra a Imaculada Conceição de Maria, que não vem afirmada tal qual na Bíblia, mas é uma intuição da fé da Igreja. O evangelho narra a vocação de Maria para ser mãe do filho de Deus, pela força do Espírito Santo (e em vista disso, acreditamos, ela mesma foi concebida e nasceu sem a mancha que acompanha toda a humanidade). Há pessoas que confundem Imaculada Conceição com Maternidade Virginal. São duas coisas bem distintas, e a confusão talvez provenha de um (inconsciente) sentimento de culpabilidade do ato procriador humano. Colocam na mesma linha Maria permanecer virgem na concepção de Jesus e ela mesma ser sem pecado, como se fosse pecado conceber um filho sem permanecer virgem … Será útil esclarecer ao povo que a concepção de Maria mesma (por sua mãe Ana) não foi virginal, mas, ao ser concebida por Ana, Maria não ficou marcada pelo pecado de Adão. (Virginal, sim, foi a concepção de Jesus por Maria.)

Os cantos insistem no misterioso júbilo (canto da entrada) e no agir gracioso e gratuito de Deus (salmo responsorial). Este último tema merece atenção especial. Uma das razões por que certas pessoas se sentem constrangi das diante do dogma da Imaculada Conceição é o fato de Maria se tomar assim uma exceção. Não aguentam outra pessoa ser melhor e mais inocente do que elas próprias. Todos nós incorremos facilmente no perigo de tal inveja. Não aceitamos que Deus faça exceções, nem mesmo para o bem de todos. Não aceitamos que Deus saia da regra, que ele faça algo realmente gratuito, que não precisava ser assim, conforme a regra geral. E, contudo, é na graça – naquilo que é gratuito, não obrigatório – que Deus se manifesta. Aceitar que Maria, desde o início, foi melhor do que nós, talvez nos ajude a aceitar que também outras pessoas possam ser melhores do que nós mesmos.

Do livro “Liturgia Dominical”, de Johan Konings, SJ, Editora Vozes

Fonte: Site dos franciscanos

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Oração de Dezembro


Senhor,  já sentimos nas ruas a agitação do mês que se inicia, a correrria no comércio, os anúncios da televisão, tudo sinal de que o Natal se aproxima. A grande graça que pedimos, ó Pai de Bondade, é que possamos viver com muito amor e intensidade o Mistério do nascimento do Menino-Deus. Que nenhuma distração ou superficialidade distanciem nossos corações da grandeza deste belíssimo gesto de amor de um Deus apaixonado que se encarna para estar junto dos seus. Que a ternura de Jesus na manjedoura seja fonte de inspiração para todos nós e que, fiéis a Jesus Cristo, sejamos perseverantes até o fim.
Pedimos ainda, ó Pai, que 2014 seja um ano repleto de graças e bênçãos.
Muito obrigado por estar conosco durante todo este ano.
                                 Amém


Frei Gustavo W. Medella, OFM

Solenidade Imaculada Conceição de Nossa Senhora


Imaculada: Projeto de Deus

Por que Deus fez Maria diferente de nós? Por que ela não conheceu o pecado?

A Bíblia apresenta desde a segunda página o mistério do mal no mundo: o pecado dos que deram início à humanidade, Adão e Eva. No fim dessa história aflora um pontinho luminoso: a mulher esmagará a cabeça da serpente (1ª leitura). A fé cristã viu o cumprimento desta palavra na “Mulher” que é a mãe do Salvador e da Igreja. Ela venceu a serpente: não participou do pecado ao qual a serpente induziu Adão e toda a humanidade. Deus a preservou, com vistas à sua vocação de ser a mãe de seu Filho. Neste sentido, ela é a “obra-prima” da graça de Deus.

Se não é possível compreender totalmente o mistério da eleição por Deus, ao menos podemos contemplá-lo. Deus conhece antes do tempo, fora do tempo … Ele sabe sempre quem lhe pertence. Em Maria, a libertação do pecado, por Cristo, surtiu efeito antes que ela fosse criada. A eleição não tem tempo; acontece antes da criação do mundo (2ª leitura). Mistério da eleição divina.

O evangelho mostra a total consagração de Maria a Deus e à sua missão de ser mãe do Filho de Deus. Deus e sua missão tomam conta de Maria. Talvez sintamos certo incômodo diante de tanto “privilégio”. Porém, não é um privilégio do tipo que tão facilmente arrumamos para nós mesmos … É um privilégio em função da salvação de todos. É um serviço. Maria é a Serva por excelência. Não nos falte a solidariedade, não digamos: “Isso é só para ela, não vale para mim”. Maria foi libertada de antemão, para que, graças à sua vocação e missão, nós fôssemos libertados. Devemos aprender a admirar gratuitamente o que é mais belo e mais puro do que nós mesmos. Pela contemplação tornamo-nos semelhantes ao que contemplamos. Não desprezemos, mas admiremos o “não ter pecado original”, para ficarmos semelhantes!

Maria, com vistas à maternidade divina e por antecipação da libertação por Cristo, foi concebida e nasceu sem ser contaminada pelo pecado da humanidade, o pecado original. Ela é a primeira em quem se realizou totalmente a libertação. Será que ela poderia ter recusado ser a mãe do Salvador? Poderia. O mérito de Maria consiste em ter dado livremente seu “sim” à graça de Deus e à sua missão de ser mãe do Salvador. Então, ela não era predestinada para isso? Era, sim. Mas não forçada! Poderia ter recusado sua (pré-)destinação. A predestinação da graça, que fez com que ela nascesse livre do pecado original, era o projeto da parte de Deus. Mas ela não foi forçada a aceitar este projeto. Também Adão não tinha pecado original, mas ele não foi fiel ao projeto de Deus. Maria, sim. Corrigiu a desistência de Adão. Assumiu de mão cheia o original projeto de Deus, aquilo que Deus predestinou para ela e para todos.

Contamos com muitas Marias assim em nossas comunidades. Mulheres fortes, nas quais, graças à sua adesão ao projeto de Deus, reaparece o estado original, livre e sem pecado, da humanidade. São diferentes de Maria de Nazaré nisto: que seu estado de graça não lhes veio de sua concepção, mas de seu batismo e inserção na comunidade da fé, nas suas lidas e lutas. Mas o resultado vai na mesma linha. 

Na Imaculada Conceição celebramos o estado redimido de todas e de todos os que dedicam sua vida ao Salvador do mundo.

Do livro “Liturgia Dominical”, de Johan Konings, SJ, Editora Vozes

 Fonte: Site dos franciscanos


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Convite Noite de Vigília - 06.12.2013


Irmãos e Irmãs,

Paz e bem!

Convido a todos para a Noite de Vigília na Fraternidade das Chagas no dia 06/12/13 (sexta-feira) a partir das 20hs com a celebração Eucarística presidida pelo Frei Alvaci, OFM.

Rezemos pela difícil situação financeira da Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Penitência da Cidade de São Paulo.

Tudo o que ultrapassar nosso limite de atuação está nas mãos de Deus!

Permaneçam em orações diante do Santíssimo comigo e com o Conselho pelo momento doloroso que estamos atravessando.

Maria Nascimento

Papa: "Natal é abrir o coração para receber Jesus"

 
Cidade do Vaticano (RV) – “Preparar-se para o Natal com a oração, a caridade e o louvor: com o coração aberto ao encontro com o Senhor, que tudo renova”: foram as palavras do Papa na missa presidida na Casa Santa Marta, nesta primeira segunda-feira de Advento.

Comentando o trecho do Evangelho do dia, em que o centurião romano pede com fé a Jesus a cura de seu servo, o Papa recordou que nestes dias, “começamos um novo caminho... rumo ao Natal, que não é apenas uma data bonita, e nem a recordação de um fato bonito”:

O Natal é mais: vamos neste caminho para encontrar Jesus, Natal é um encontro com o coração com a vida, para encontrar o Senhor vivo, com fé. Não é fácil viver com fé. Na parábola do Evangelho, o Senhor se surpreende com a fé do centurião. Este, que tinha feito um caminho de fé, sentiu a alegria do encontro com o Senhor”.

No entanto, Francisco fez uma ressalva: “Mais importante do que encontrarmos Jesus é deixar-nos encontrar por Ele”:

Quando é Ele que entra dentro de nós, é Ele que refaz tudo, porque isto é a chegada do Senhor. Ele refaz nosso coração, alma, vida, esperança e caminho... mas é preciso ter o coração aberto!”.

Assim Ele me diz o que quer me dizer, que nem sempre é o que quero ouvir, mas Ele é o Senhor e fala somente para mim!. Ele não nos vê como um conjunto, uma massa: Ele olha cada um nos olhos, no rosto, porque seu amor não é abstrato, mas concreto. O Senhor pessoa me vê como pessoa. Deixar-se encontrar pelo Senhor é justamente isso: deixar-se amar por Ele”.

Neste caminho rumo ao Natal – concluiu o Papa – alguns comportamentos podem nos ajudar: “perseverar na oração, ser mais concretos na caridade fraterna, aproximar-se mais de quem precisa; e ter alegria ao louvar o Senhor”.


Fonte: Rádio Vaticano