segunda-feira, 28 de abril de 2014

Celebração Eucarística 25.04.2014

Irmãos e Irmãs,

Paz e bem!

Aconteceu no dia 25/04/14 nas dependências da Fraternidade a Celebração Eucarística presidida pelo Frei Alvaci Mendes da Luz, OFM, abrindo as comemorações aos 800 anos de nascimento de São Luis, rei da França.

Contamos com a presença de vários irmãos inclusive de outras fraternidades e da conselheira do distrito, irmã Nercy Lima Correia.

Os cantos, o ambiente bem preparado e enfeitado, as leituras, a homilia  levou-nos à oração e ao louvor.

Ao final o celebrante nos deu a bênção final com a relíquia de São Luis.

Após a missa nos confraternizamos com todos os irmãos.

Foi uma bênção!

Que São Luis, patrono da OFS nos conceda de Deus a graça de seguir seus exemplos de santidade no dia a dia da vida secular.   

Com a graça de Deus teremos outros momentos como este em nossa fraternidade.

Deus seja louvado!

Maria Nascimento















sábado, 26 de abril de 2014

Canonização João XXIII



Nasceu no dia 25 de Novembro de 1881 em Sotto il Monte, diocese e província de Bérgamo (Itália), e nesse mesmo dia foi baptizado com o nome de Angelo Giuseppe; foi o quarto de treze irmãos, nascidos numa família de camponeses e de tipo patriarcal. Ao seu tio Xavier, ele mesmo atribuirá a sua primeira e fundamental formação religiosa. O clima religioso da família e a fervorosa vida paroquial foram a primeira escola de vida cristã, que marcou a sua fisionomia espiritual.
 
Ingressou no Seminário de Bérgamo, onde estudou até ao segundo ano de teologia. Ali começou a redigir os seus escritos espirituais, que depois foram recolhidos no "Diário da alma". No dia 1 de Março de 1896, o seu director espiritual admitiu-o na ordem franciscana secular, cuja regra professou a 23 de Maio de 1897.
 
De 1901 a 1905 foi aluno do Pontifício Seminário Romano, graças a uma bolsa de estudos da diocese de Bérgamo. Neste tempo prestou, além disso, um ano de serviço militar. Recebeu a Ordenação sacerdotal a 10 de Agosto de 1904, em Roma, e no ano seguinte foi nomeado secretário do novo Bispo de Bérgamo, D. Giacomo Maria R. Tedeschi, acompanhando-o nas várias visitas pastorais e colaborando em múltiplas iniciativas apostólicas:  sínodo, redacção do boletim diocesano, peregrinações, obras sociais. Às vezes era também professor de história eclesiástica, patrologia e apologética. Foi também Assistente da Acção Católica Feminina, colaborador no diário católico de Bérgamo e pregador muito solicitado, pela sua eloquência elegante, profunda e eficaz.
 
Naqueles anos aprofundou-se no estudo de três grandes pastores:  São Carlos Borromeu (de quem publicou as Actas das visitas realizadas na diocese de Bérgamo em 1575), São Francisco de Sales e o então Beato Gregório Barbarigo. Após a morte de D. Giacomo Tedeschi, em 1914, o Pade Roncalli prosseguiu o seu ministério sacerdotal dedicado ao magistério no Seminário e ao apostolado, sobretudo entre os membros das associações católicas.
 
Em 1915, quando a Itália entrou em guerra, foi chamado como sargento sanitário e nomeado capelão militar dos soldados feridos que regressavam da linha de combate. No fim da guerra abriu a "Casa do estudante" e trabalhou na pastoral dos jovens estudantes. Em 1919 foi nomeado director espiritual do Seminário.
 
Em 1921 teve início a segunda parte da sua vida, dedicada ao serviço da Santa Igreja. Tendo sido chamado a Roma por Bento XV como presidente nacional do Conselho das Obras Pontifícias para a Propagação da Fé, percorreu muitas dioceses da Itália organizando círculos missionários.
 
Em 1925, Pio XI nomeou-o Visitador Apostólico para a Bulgária e elevou-o à dignidade episcopal da Sede titular de Areopolis.
 
Tendo recebido a Ordenação episcopal a 19 de Março de 1925, em Roma, iniciou o seu ministério na Bulgária, onde permaneceu até 1935. Visitou as comunidades católicas e cultivou relações respeitosas com as demais comunidades cristãs. Actuou com grande solicitude e caridade, aliviando os sofrimentos causados pelo terremoto de 1928. Suportou em silêncio as incompreensões e dificuldades de um ministério marcado pela táctica pastoral de pequenos passos. Consolidou a sua confiança em Jesus crucificado e a sua entrega a Ele.
 
Em 1935 foi nomeado Delegado Apostólico na Turquia e Grécia:  era um vasto campo de trabalho. A Igreja tinha uma presença activa em muitos âmbitos da jovem república, que se estava a renovar e a organizar. Mons. Roncalli trabalhou com intensidade ao serviço dos católicos e destacou-se pela sua maneira de dialogar e pelo trato respeitoso com os ortodoxos e os muçulmanos. Quando irrompeu a segunda guerra mundial ele encontrava-se na Grécia, que ficou devastada pelos combates. Procurou dar notícias sobre os prisioneiros de guerra e salvou muitos judeus com a "permissão de trânsito" fornecida pela Delegação Apostólica. Em 1944 Pio XII nomeou-o Núncio Apostólico em Paris.
 
Durante os últimos meses do conflito mundial, e uma vez restabelecida a paz, ajudou os prisioneiros de guerra e trabalhou pela normalização da vida eclesial na França. Visitou os grandes santuários franceses e participou nas festas populares e nas manifestações religiosas mais significativas. Foi um observador atento, prudente e repleto de confiança nas novas iniciativas pastorais do episcopado e do clero na França. Distinguiu-se sempre pela busca da simplicidade evangélica, inclusive nos assuntos diplomáticos mais complexos. Procurou agir sempre como sacerdote em todas as situações, animado por uma piedade sincera, que se transformava todos os dias em prolongado tempo a orar e a meditar.
 
Em 1953 foi criado Cardeal e enviado a Veneza como Patriarca, realizando ali um pastoreio sábio e empreendedor e dedicando-se totalmente ao cuidado das almas, seguindo o exemplo dos seus santos predecessores:  São Lourenço Giustiniani, primeiro Patriarca de Veneza, e São Pio X.
 
Depois da morte de Pio XII, foi eleito Sumo Pontífice a 28 de Outubro de 1958 e assumiu o nome de João XXIII. O seu pontificado, que durou menos de cinco anos, apresentou-o ao mundo como uma autêntica imagem de bom Pastor. Manso e atento, empreendedor e corajoso, simples e cordial, praticou cristãmente as obras de misericórdia corporais e espirituais, visitando os encarcerados e os doentes, recebendo homens de todas as nações e crenças e cultivando um extraordinário sentimento de paternidade para com todos. O seu magistério foi muito apreciado, sobretudo com as Encíclicas "Pacem in terris" e "Mater et magistra".
 
Convocou o Sínodo romano, instituiu uma Comissão para a revisão do Código de Direito Canónico e convocou o Concílio Ecuménico Vaticano II. Visitou muitas paróquias da Diocese de Roma, sobretudo as dos bairros mais novos. O povo viu nele um reflexo da bondade de Deus e chamou-o "o Papa da bondade". Sustentava-o um profundo espírito de oração, e a sua pessoa, iniciadora duma grande renovação na Igreja, irradiava a paz própria de quem confia sempre no Senhor. Faleceu na tarde do dia 3 de Junho de 1963.
 
Fonte: vatican.va

Canonização João Paulo II

 

Biografia de João Paulo II:

Teve papel importante para o fim do comunismo na Polônia e em vários países da Europa. Teve o terceiro maior pontificado, que iniciou em 16 de outubro de 1978 e só terminou em 2 de abril de 2005 com sua morte, permanecendo 26 anos como soberano da Cidade do Vaticano. De origem polonesa foi o único papa não italiano depois do holandês Adriano VI em 1522. Sabia falar vários idiomas. Visitou 129 países durante seu pontificado. Esteve 4 vezes no Brasil onde visitou várias cidades e reuniu multidões.

Exerceu influencia para melhorar as relações entre a religião católica e outras religiões.

João Paulo II (1920-2005) foi Papa da Igreja Católica Apostólica Romana. Nasceu na pequena cidade de Wadowice na Polônia. Filho de Karol Wojtyla e de Kaczorowska, foi batizado com o nome de Karol Jósef Wojtyla. Ficou órfão aos 8 anos e perdeu seus dois irmãos mais velhos. Fez sua primeira comunhão aos 9 anos de idade. Estudou na escola Marcin Wadowita e em 1938 muda-se para a Cracóvia onde estuda na Universidade de Jaguelônica e numa escola de teatro.

João Paulo II teve que trabalhar, para evitar a deportação para a Alemanha, quando as forças nazistas fecharam a Universidade após a invasão da Polônia, na Segunda Guerra Mundial. Seu pai um suboficial do Exército Polonês morreu de ataque cardíaco em 1941. A partir de 1942 sentiu vocação para o sacerdócio e estudou em seminário clandestino na Cracóvia. Terminada a Guerra, continuou seus estudos na Faculdade de Teologia da Universidade de Jaguelônica. Foi ordenado padre no dia 1 de novembro de 1946. Completou o curso universitário em Roma e doutorou-se em teologia na Universidade Católica de Lublin. Foi nomeado bispo auxiliar na Cracóvia em 1958, foi capelão universitário e professor de ética na Cracóvia e Lublin.

Em 1964, Wojtyla assume as funções de arcebispo de Cracóvia, e em 1967, chega a cardeal. Ativo participante no Conselho Vaticano Segundo, representou igualmente a Polônia em cinco Assembleias internacionais de bispos entre 1967 e 1977. Foi eleito Papa em 16 de Outubro de 1978, sucedendo a João Paulo I. Wojtyla adotou então o nome João Paulo II. A 13 de Maio de 1981, foi atingido por um tiro e gravemente ferido durante uma tentativa de assassinato quando entrava na Praça de São Pedro, no Vaticano.

João Paulo II publicou livros de poesia e, sob o pseudônimo de Andrzej Jawien, escreveu uma peça de teatro, "A Loja do Ourives" em 1960. Os seus escritos éticos e teológicos incluem "Amor Frutuoso e Responsável" e "Sinal de Contradição", ambos publicados em 1979. A sua primeira Encíclica, "Redemptor Hominis" (Redentor dos Homens) de 1979 explica a ligação entre a redenção por Cristo e a dignidade humana. Encíclicas posteriores defendem o poder da misericórdia na vida dos homens (1980); a importância do trabalho como "forma de santificação" (1981); a posição da igreja na Europa de Leste (1985); os males do Marxismo, materialismo e ateísmo (1986); o papel da Virgem Maria como fonte da unidade Cristã (1987); os efeitos destrutivos da rivalidade das superpotências (1988); a necessidade de reconciliar o capitalismo com a justiça social (1991) e uma argumentação contra o relativismo moral (1993).

A 11ª encíclica de João Paulo II, "Evalegium Vitae" (1995), reitera a sua posição contra o aborto, controle da natalidade, fertilização in vitro, engenharia genética e eutanásia. Defende também que a pena capital nunca é justificável. A sua 12ª encíclica, "Ut Unum Sint" (1995) se refere a temas que continuam a dividir as igrejas Cristãs, como os sacramentos da Eucaristia, o papel da Virgem Maria e a relação entre as Escrituras e a tradição.

Nos anos 80 e 90, João Paulo II efetuou várias viagens, incluindo visitas a África, Ásia e América; em Setembro de 1993 deslocou-se às repúblicas do Báltico na primeira visita papal a países da ex- União Soviética. João Paulo II influenciou a restauração da democracia e liberdades religiosas na Europa do Leste, especialmente na sua Polônia natal. Reagindo ferozmente à dissidência no interior da Igreja, reafirmou os ensinamentos Católicos Romanos contra a homossexualidade, aborto e métodos "artificiais" de reprodução humana e controle da natalidade, assim como a defesa do celibato dos padres.

No ano 2000, o Ano Sagrado em que a Igreja refletiu os seus 2000 anos de História, João Paulo II pediu perdão pelos pecados cometidos por católicos romanos. Apesar de não ter mencionado erros específicos, diversos cardeais reconheceram que o papa se referia às injustiças e intolerância do passado relativamente aos não-católicos. Nestes males reconhece-se o período das Cruzadas, da Inquisição e a apatia da igreja. O pedido de desculpas precedeu uma deslocação de João Paulo II à Terra Santa.

João Paulo II resistiu à secularização da igreja. Ao redefinir as responsabilidades da laicização, dos padres e das ordens religiosas, rejeitou a ordenação das mulheres e opôs-se a participação política e a manutenção de cargos políticos pelos padres. Os seus movimentos ecumênicos iniciais foram dirigidos para a Igreja Ortodoxa e para o Anglicanismo, e não para o Protestantismo Europeu. Atacado pelo Mal de Parkinson morreu aos 84 anos, no Vaticano, após dois dias de agonia às 21h37 de Roma, 16h37 de Brasília, do dia 2 de abril de 2005 em seus aposentos no Palácio Apostólico.

Informações biográficas de João Paulo II:

Data do Nascimento: 18/05/1920
Data da Morte: 02/04/2005
Nasceu há 93 anos
Morreu aos 84 anos
Morreu há 9 anos


Fonte: www.e-biografias.net

Roma se prepara para o histórico 'Dia dos Quatro Papas'

 
 
A capital italiana se prepara para viver um dia histórico, após o anúncio de que o papa emérito Bento XVI e o papa Francisco concelebrarão no domingo a missa de canonização de João XXIII e João Paulo II no Vaticano, o que já é conhecido como o "Dia dos Quatro Papas".
 
A capital italiana se prepara para viver um dia histórico, após o anúncio de que o papa emérito Bento XVI e o papa Francisco concelebrarão no domingo a missa de canonização de João XXIII e João Paulo II no Vaticano, o que já é conhecido como o "Dia dos Quatro Papas".

A presença de dois Papas santos e dois Papas vivos provoca muitas expectativas entre os milhares de peregrinos que invadiram Roma, já que se converterá no "Dia dos Quatro Papas", um momento inédito para a instituição milenar.

O papa emérito, colaborador próximo de João Paulo II por 25 anos, concelebrará a missa junto com 150 cardeais e mil bispos, que estarão do lado esquerdo do altar, explicaram fontes religiosas.

"Em São Pedro contaremos com a presença de dois Papas vivos e dois Papas santos", comentou um dos responsáveis pela logística vaticana.

A cerimônia será simplificada e contará com as relíquias dos dois novos santos, uma ampola de sangue de João Paulo II e um pedaço de pele de João XXIII extraída durante sua exumação no ano 2000.

- Centenas de milhares para uma cerimônia inédita -

Centenas de milhares de pessoas, 24 chefes de Estado e de governo, entre eles os reis da Espanha, os presidentes de Equador, Honduras, El Salvador, Zimbábue, além de milhares de poloneses, comparecerão à cerimônia solene na praça de São Pedro para santificar dois pontífices que entraram para a história do século XX, um humilde e próximo ao povo, outro carismático e capaz de seduzir as multidões.

Na lista de presentes figurava o primeiro-ministro da Ucrânia, Arseni Yatseniuk, que decidiu encurtar sua visita a Roma e retornar e Kiev devido às tensões internas pela ameaça de uma invasão russa no leste de seu país.

O centro histórico de Roma foi invadido literalmente por uma maré de peregrinos e turistas que viajaram para acompanhar este evento único, que também contará com a presença de 6.000 sacerdotes do mundo inteiro.

Representantes de todas as religiões, entre elas uma importante delegação judaica, estarão presentes para homenagear dois papas muito diferentes, mas que lutaram contra os preconceitos contra os judeus.

- Cenas 'fellinianas' -

Como nos filmes de Fellini, grupos de seminaristas correm entoando "Aleluia", outros tocam violão, outros ainda carregam uma enorme cruz entre a multidão: "perdão, perdão, queremos rezar".

Freiras com seus hábitos longos passeiam tomando sorvete e filas de jovens escoteiros com seus uniformes se dirigem às igrejas do centro histórico, abertas para a grande ocasião.

As ruas bloqueadas e os engarrafamentos ao redor do centro obrigaram as autoridades da capital a preparar um dispositivo especial com 5.000 agentes encarregados, entre outras coisas, de organizar o tráfego de pedestres, muitos deles com lenços amarelos e brancos, as cores do Vaticano.

"Vim a Roma para lembrar de um homem que não tinha medo", confessa à AFP o colombiano Octavio ao falar de João Paulo II.

O fluxo de pessoas ao redor da Avenida da Conciliação, que leva à imensa praça de São Pedro, muitas com cobertores e tapetes, é incessante.

"Vou dormir por aqui", contou o italiano Mario, que espera passar a noite ao ar livre para poder se instalar nas primeiras fileiras.

Bandeiras de Polônia, Argentina, Brasil, circulam entre a multidão, enquanto dois cartazes gigantes com as imagens dos futuros santos já foram instalados na fachada da Basílica de São Pedro.

Uma chuva fina pode atrapalhar a "noite branca" de oração organizada em todos os idiomas em quinze igrejas do centro.

Na Basílica de São João de Latrão se reza por João XXIII, o "Papa bom", pai da renovação da Igreja na década de 1960 e que é festejado por centenas de italianos que chegaram de Bergamo, sua região de nascimento.

Na Igreja de Santiago e Monserrat, não muito longe de São Pedro, se reúnem os centro-americanos, muitos deles costarriquenhos que acompanham Floribeth Mora, a mulher do milagre de João Paulo II.

Na véspera, seu porta-voz por mais de 20 anos, o espanhol Joaquín Navarro Valls, reconheceu que o futuro santo polonês não entendeu a magnitude do fenômeno da pedofilia dentro da Igreja, uma mancha em seu longo pontificado (1978-2005).

"Santidade não quer dizer perfeição", advertiu o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, como resposta às críticas e dúvidas geradas pela decisão de canonizar João Paulo II apenas nove anos depois de sua morte, em 2005, convertendo-se na santificação mais rápida da história da Igreja.

Fonte: msn.com

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Cristo Ressuscitou! Aleluia! Aleluia!

Irmãos e Irmãs,

Paz e bem!

No dia 25 de abril de 2014, às 19 horas, nas dependências da Fraternidade das Chagas, Frei Alvaci Mendes da Luz, OFM, presidirá a Santa Eucaristia em Ação de graças pelo início das comemorações dos 800 anos de nascimento de São Luis, rei da França.

Cultivemos a espiritualidade que é tão cara em nossa família franciscana.

Depois faremos um momento de confraternização.

Sejam bem-vindos!

Fraternalmente,

Maria Nascimento 

SÃO LUÍS IX – REI DA FRANÇA



São Luís nasceu no castelo de Poissy, a 30 quilômetros de Paris, a 25 de Abril de 1214 ou 1215, dia de procissões solenes do dia de São Marcos. A sua infância terá sido influenciada pela figura do seu pai que, unindo o zelo pela religião à bravura marcial que lhe valeu o cognome de o Leão, subjugou os cátaros do sul da França.

Particularmente zelosos da sua educação, os pais de Luís IX deram-lhe bons preceptores: Mateus II de Montmorency, Guilherme des Barres, conde de Rochefort, e Clemente de Metz, marechal da França, inspiraram-lhe os sentimentos de um rei cristianíssimo e filho da Igreja.
Com a morte do seu pai em 8 de Novembro de 1226, Luís IX subiu ao trono aos 12 anos de idade. Foi sagrado na catedral de Reims por Jacques de Bazoches, bispo de Soissons, em 30 de Novembro do mesmo ano.

Por testamento de Luís VIII, a mãe do jovem monarca assumiu a regência de França com o título de «baillistre», guardião da tutela do rei. De personalidade forte, Branca de Castela encarnava a glória de ser filha, sobrinha, esposa, irmã e tia de reis.

Durante a menoridade de Luís IX, a rainha mãe enfrentou as ambições da Inglaterra e as pressões da nobreza do reino, que desejavam valer-se da pouca idade do soberano para retomar os direitos perdidos para os monarcas do último século.

Delicado, louro e de olhos azuis, Luís atingiu a maioridade a 25 de Abril de 1234 mas continuou a manter a mãe numa posição de confiança e poder. Esta organizou o seu casamento, realizado no dia 27 de Maio de 1234, na catedral de Sens, pouco depois de o rei completar 20 anos. A esposa escolhida foi Margarida da Provença, a filha mais velha de Beatriz de Sabóia e do conde Raimundo Berengário IV da Provença e de Forcalquier, e irmã de Leonor, esposa de Henrique III da Inglaterra.

Este reinado foi um período de paz e prosperidade para a França, mas também de excepcionais zelos religioso e intolerância, com a intenção de conduzir o povo francês à salvação da alma. São Luís não negligenciava o cuidado dos pobres, proibiu o jogo e a prostituição e punia a blasfêmia. As punições estipuladas eram tão rigorosas que o papa Clemente IV julgou ser necessário atenuá-las.

Outro dos traços em que a religiosidade deste monarca se manifestou foi na aquisição da coroa de espinhos e de um fragmento da cruz da crucificação de Jesus Cristo, em 1239-1241, a Balduíno II, imperador de Constantinopla, por 135.000 libras. Para estas relíquias mandou edificar a capela gótica de Sainte-Chapelle no coração de Paris, que curiosamente só custou 60.000 libras para construir. Sob este reinado foram também construídas as catedrais de Amiens, Rouen, Beauvais, Auxerre e Saint-Germain-en-Laye.

O monarca francês era zeloso da sua missão de «lugar-tenente de Deus na Terra», da qual fora investido na sua coroação em Reims. De forma a cumprir este dever organizaria duas cruzadas e, apesar de ambas terem fracassado, contribuíram para o seu prestígio. Os seus contemporâneos não teriam compreendido se um rei tão poderoso e piedoso não fosse libertar a Terra Santa.

Em 1244 Luís IX caiu gravemente enfermo de disenteria, a ponto de alguns terem como certa sua morte. Foram organizadas vigílias, procissões e outros atos religiosos pela sua convalescença, e o próprio monarca fez então um voto: caso sobrevivesse, partiria em cruzada para libertar o Santo Sepulcro.

Quando recuperou a saúde, em 1248, apesar das oposições da Corte, cumpriu o que havia prometido. Preparou um grande exército e, por várias vezes, comandou as cruzadas para a Terra Santa. Mas em nenhuma delas teve êxito. Primeiro, foi preso pelos muçulmanos, que o mantiveram no cativeiro durante seis anos. Depois, numa outra investida, quando se aproximava de Tunis, foi acometido pela peste e ali morreu, no dia 25 de agosto de 1270.

Os cruzados voltaram para a França trazendo o corpo do rei Luís IX, que já tinha fama e odor de santidade. O seu corpo repousa na Abadia de Saint-Denis.

O culto deste santo foi juridicamente examinado e aprovado pelo papa Bonifácio VIII, que o canonizou em 1297 com o nome de São Luís da França. São Luís é considerado o modelo do monarca cristão.

Franciscano Secular, de vida e coração, soube ensinar às gerações vindouras a arte de bem governar ao serviço do Povo. São do seu testamento espiritual - indelével legado ao seu filho - as seguintes ilustradas palavras:

- Guarda, meu filho, um coração compassivo para com os pobres, infelizes e aflitos e, quanto puderes, auxilia-os e consola-os.

Por todos os benefícios que te foram dados por Deus, rende-lhe graças para te tornares digno de receber maiores.

Em relação a teus súbditos, sê justo até o extremo da justiça, sem te desviares; e põe-te sempre de preferência da parte do pobre mais do que do rico, até estares bem certo da verdade.

Procura com empenho que todos os teus súbditos sejam protegidos pela justiça e pela paz».
Muito do que atualmente se sabe sobre a vida de São Luís foi o que ficou registrado por Jean de Joinville, o seu principal biógrafo com a obra «A Vida de São Luís». Jean de Joinville era amigo, confidente e conselheiro do rei, e também foi uma das principais testemunhas no processo de canonização em 1297 pelo papa Bonifácio VIII. Duas outras biografias importantes foram escritas pelo confessor do rei, Godofredo de Beaulieu, e pelo seu capelão, Guilherme de Chartres, Grão-Mestre da Ordem dos Templários. 

A quarta notável fonte de informação é a biografia de Guilherme de Saint-Pathus, escrita usando o inquérito papal sobre a vida do rei para a sua canonização.


Fonte: OFS de Portugal

terça-feira, 22 de abril de 2014

Jovens encenam a Paixão do Senhor no Largo São Francisco



A Paróquia e Santuário São Francisco de Assis, no Largo São Francisco, em São Paulo, lotou para ver a encenação da a 4ª Via-Sacra Franciscana, que teve como atores a Juventude Franciscana da Fraternidade das Chagas e os jovens vocacionados à vida franciscana.

Em espírito de oração e devoção, fiéis vieram celebrar a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, na Sexta-Feira Santa (18 de abril). A celebração da Paixão foi presidida pelo Cardeal Dom Cláudio Hummes e concelebrada pelos frades do Convento. O Cardeal, em sua partilha da Palavra com os fiéis, destacou os últimos momentos da vida de Jesus, seu sofrimento, dor e morte.

Logo após a celebração, deu-se início a Via-Sacra. Cada estação era intercalada com cantos, reflexões e encenações do caminho doloroso de Jesus. Frei Alvaci Mendes da Luz nos ajudou a refletir em cada passo do calvário de Jesus. Destacava pontos fortes e marcantes que nos levaram a uma profunda reflexão interior. Nas estações em que se reviveram as quedas de Jesus foram abordados alguns pontos da Campanha da Fraternidade deste ano: “Fraternidade e o tráfico humano”.

Os jovens, por sua vez, reviveram com emoção cada momento. Os fiéis também foram protagonistas participando com devoção dos cantos e refrões que eram entoados durante os momentos da encenação. Um dos pontos mais emocionantes foi a 13ª estação, em que a Mãe Maria acolhe nos braços o seu filho Jesus, morto e desfigurado.

Na execução dos momentos de oração e cantos, também ajudaram Frei Alexandre Rohling e Frei Odorico Decker com sua famosa gaita.

A Via-Sacra terminou com a adoração do Senhor Morto, trazida pelos irmãos da Ordem Franciscana Secular. Certamente, foram momentos intensos de emoção e oração, que levaram todos os fiéis presentes a percorrerem com Jesus este caminho doloroso e vivenciar melhor os mistérios da nossa fé.

“Maior amor não há que se entregar. Maior amor não há e a vida doar. Maior amor não há que a VIDA doar.”

Fonte: www.franciscanos.org.br













Mensagem Pascal do Conselhor Diretor a toda Família Franciscana

Aleluia! O Senhor Ressuscitou!

“Desde a alvorada da Páscoa, uma nova primavera de esperança invade o mundo; desde aquele dia a nossa ressurreição já começou”.

Quantos sinais de ressurreição podemos perceber no nosso dia a dia!

Os sinais de Ressurreição nos ajudam a começar de novo!

- Nas desesperanças, desilusões, perdas, Deus está caminhando e nos convida a deixarmo-nos provocar por elas. As situações de crise são sinal de que a nossa Vida Religiosa está viva e provoca mudanças – deixar, deixar, (...) voltar e recomeçar, como fizeram os discípulos de Emaús.

- A alegria do encontro com as irmãs e irmãos, as partilhas de vida, a oportunidade que se cria de falar bem, evitar críticas que destroem e não levam ao centro de nosso ser religioso para Deus e para o mundo, são sinais de Ressurreição.

- A entreajuda - aceitar e oferecer ajuda -proporciona espaços de aproximação, de amizade e alegria de servir. Isso é sinal de Ressurreição.

- Apoiar, dialogar, interessar-se, corrigir como quem quer o bem; são evidentes sinais de Ressurreição.

- O permanecer, gastar tempo com o outro, conviver, são sinais de ressurreição.

- A missão cumprida com leveza de coração é sinal de ressurreição.

- Os gestos de bondade, misericórdia, compaixão são sinais de ressurreição.

Há tantos outros sinais! (...)

Que o Cristo Ressuscitado nos ajude a viver a nossa vida na alegria de franciscanos e franciscanas, e felizes porque Jesus Cristo Ressuscitou e está no meio de nós. Ele caminha conosco. Estar a caminho significa andar desarmado, desarmada, na simplicidade e na pobreza, com os pés no chão da realidade dos nossos povos desesperançados. 

“A mística do itinerário é feita de despojamento e de liberdade, de leveza e sobriedade, de disposição e abertura, em contínuos avanços e desalojamentos”.

Sejamos atentos, pois O Senhor Ressuscitado quer nos abrir os olhos para que possamos enxergar os evidentes sinais de vida nova ao nosso redor. FELIZ PÁSCOA!

Na Paz e no BEM!

Conselho Diretor da FFB

sábado, 19 de abril de 2014

Mensagem de Páscoa da Ministra Regional

Estimados irmãos e irmãs,
no Senhor Ressuscitado se renova a nossa esperança! 

Com o início do Tríduo Pascal já estamos respirando ares de Páscoa. Passou o tempo da Quaresma em que, pela penitência, procuramos morrer com Cristo. Tudo agora nos convida a buscar, como ressuscitados com Cristo, as coisas do alto, onde Ele está sentado à direita do Pai.

Francisco e Clara souberam meditar e chorar a Paixão do Senhor; Francisco mereceu sofrer com Ele as dores da cruz; Clara uniu-se em esponsais místicos ao Cristo crucificado. Mas ambos experimentaram a Paixão na perspectiva de ressurreição e na esperança de reinar com o Cristo Senhor.

O tempo da Páscoa é o tempo em que vemos aflorarem nos discípulos de Jesus os sentimentos tão humanos e, por isso mesmo, tão contraditório: espanto e medo das mulheres ao encontrarem o sepulcro vazio / tristeza e desilusão nos discípulos de Emaús / dúvidas e incredulidade de Tomé / medo dos apóstolos ao verem o Senhor Ressuscitado, pensando que fosse um fantasma / mas com o coração abrasado de alegria.  É interessante notar que todos os sentimentos convergem para a alegria: “Vossa tristeza se transformará em alegria” (Jo 16,20).

Também nossa fé experimenta os mesmos sentimentos. Somos tão humanos como os discípulos que conviveram com Jesus. Mas, como eles, deixemos que a alegria do Cristo Ressuscitado penetre os nossos corações, nos inflame de fé, de amor e de coragem, para que possamos ser sinais vivos da alegria da ressurreição.

 Com um abraço fraterno desejo uma Santa e Feliz Páscoa! Que Cristo Ressuscitado seja uma presença constante em nossas vidas.



Denize Aparecida Marum Gusmão

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Via Sacra 2014





18 de abril
Sexta-feira Santa
Venha celebrar conosco os mistérios da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Os jovens do Santuário e Paróquia São Francisco de Assis esperam por você!


Fonte: Franciscanos.org

terça-feira, 8 de abril de 2014

Encontro 06.04.14

Irmãos e Irmãs,

Paz e bem!

No dia 06/04/14 na Santa Eucaristia das 9 hs presidida pelo Frei Alvaci Mendes da Luz, OFM, rezamos entre outras intenções pelos aniversariantes do mês de abril.

Recebemos a visita do grupo de jovens do Campo Limpo Paulista que estão sendo acompanhados pela Jufra das Chagas.

No nosso costumeiro café da manhã saboreamos pães, bolos em comemoração aos 31 anos de Profissão à OFS dos irmãos: Maria Nascimento, Antonio Joaquim, José Batista e Severino Pereira. E também pelos 30 anos do irmão Pedro Santiago. É uma alegria festejar entre os irmãos tantos anos vividos na Vida em Fraternidade. Acima das dificuldades e tristezas no decorrer da caminhada  – Somos felizes!

Depois tivemos a formação sobre “As 05 quaresmas de São Francisco” e a campanha da Fraternidade com o Tema – “Fraternidade e tráfico humano”.

Tivemos a graça de rezarmos diante da relíquia de São José de Anchieta, trazida pelo irmão Jorge. 

Em seguida tratamos sobre os preparativos para a reabertura da Igreja.

Após o almoço os professos rezaram a Coroa franciscana e os formandos foram para o encontro específico de formação.

Por tudo Deus seja louvado! 


Maria Nascimento














sábado, 5 de abril de 2014

Mutirão da Limpeza - 22 e 29/03/14


Irmãos e irmãs,

Paz e bem!

Nos dias 22 e 29/03/14 estivemos na fraternidade para mais um mutirão de limpeza.

Rasgamos papéis inutilizados, separamos coisas, organizamos a sala que abrigará a futura carpintaria da igreja. 

Disponibilizamos para descarte armários velhos, trocamos coisas de lugar, limpamos e ao final dos trabalhos muitos sacos de lixo com papéis que foram para a reciclagem.

Há muito ainda o que fazer.

Convocarei outros tantos até que tudo esteja em ordem e organizado para acolher nossos irmãos.

Agradeço a todos que colaboraram e dedicaram o esforço do seu trabalho á serviço da Vida em Fraternidade!

Estamos na reta final para a reabertura da Igreja.

O coração está a mil!

A alegria é contagiante!

Agradeço a Deus por estar fazendo parte desse tempo tão importante de nossa fraternidade!

É uma experiência única nesse século.

Temos a grande responsabilidade de cuidar e protegê-la para as futuras gerações!!!! 

Por tudo Deus seja louvado!

Maria Nascimento