quarta-feira, 13 de maio de 2015

Nossa Senhora de Fátima





No dia 5 de maio de 1917, o mundo ainda vivia os horrores da Primeira Guerra Mundial, então o papa Bento XV convidou todos os católicos a se unirem em uma corrente de orações para obter a paz mundial com a intercessão da Virgem Maria. Oito dias depois ela respondeu à humanidade através das aparições em Fátima, Portugal.

Foram três humildes pastores, filhos de famílias pobres, simples e profundamente católicas, os mensageiros escolhidos por Nossa Senhora. Lúcia, a mais velha, tinha dez anos, e os primos, Francisco e Jacinta, nove e sete anos respectivamente. Os três eram analfabetos.

Contam as crianças que brincavam enquanto as ovelhas pastavam. Ao meio-dia, rezaram o terço. Porém rezaram à moda deles, de forma rápida, para poder voltar a brincar. Em vez de recitar as orações completas, apenas diziam o nome delas: “ave-maria, Santa-Maria” etc. Ao voltar para as brincadeiras, depararam com a Virgem Maria pairando acima de uma árvore não muito alta. Assustados, Jacinta e Francisco apenas ouvem Nossa Senhora conversando com Lúcia. Ela pede que os pequenos rezem o terço inteirinho e que venham àquele mesmo local todo dia 13 de cada mês, desaparecendo em seguida. O encontro acontece pelos sete meses seguintes.

As crianças mudam radicalmente. Passam a rezar e a fazer sacrifícios diários. Relatam aos pais e autoridades religiosas o que se passou. Logo, uma multidão começa a acompanhar o encontro das crianças com Nossa Senhora.



As mensagens trazidas por ela pediam ao povo orações, penitências, conversão e fé. A pressão das autoridades sobre os meninos era intensa, pois somente eles viam a Virgem Maria e depois contavam as mensagens recebidas, até mesmo previsões para o futuro, as quais foram reveladas nos anos seguintes e, a última, o chamado “terceiro segredo de Fátima”, no final do segundo milênio, provocando o surgimento de especulações e histórias fantásticas sobre seu conteúdo. Agora divulgado ao mundo, soube-se que previa o atentado contra o papa João Paulo II, ocorrido em 1981.

Na época, muitos duvidavam das visões das crianças. As aparições só começaram a ser reconhecidas oficialmente pela Igreja na última delas, em 13 de outubro, quando sinais extraordinários e impressionantes foram vistos por todos no céu, principalmente no disco solar. Poucos anos depois, os irmãos Francisco e Jacinta morreram. A mais velha tornou-se religiosa de clausura, tomando o nome de Lúcia de Jesus, e permaneceu sem contato com o mundo por muitos anos.

O local das aparições de Maria foi transformado num santuário para Nossa Senhora de Fátima. Em 1946, na presença do cardeal representante da Santa Sé e entre uma multidão de católicos, houve a coroação da estátua da Santíssima Virgem de Fátima. Em 13 de maio de 1967, por ocasião do aniversário dos cinquenta anos das aparições de Fátima, o papa Paulo VI foi ao santuário para celebrar a santa missa a mais de um milhão de peregrinos que o aguardavam, entre eles irmã Lúcia de Jesus, a pastora sobrevivente, que viu e conversou com Maria, a Mãe de Deus.

Esta mensagem de Fátima foi um apelo à conversão, alertando a humanidade para não travar a luta entre o bem e o mal deixando Deus de lado, pois não conseguirá chegar à felicidade, pois, ao contrário, acabará destruindo-se a si mesma. Na sua solicitude materna, a Santíssima Virgem foi a Fátima pedir aos homens para não ofender mais a Deus Nosso Pai, que já está muito ofendido. Foi a dor de mãe que a fez falar, pois o que estava em jogo era a sorte de seus filhos. Por isso ela sempre dizia aos pastorzinhos: “Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios pelos pecadores, que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas”.


Fonte: http://www.franciscanos.org.br

O Papa recorda as três palavras-chave para a paz na família


Cidade do Vaticano (RV) – “Com licença, obrigado e desculpas”: estas foram as palavras-chave da catequese proferida nesta quarta-feira (13/05) pelo Papa Francisco, na audiência geral. Segundo explicou, suas reflexões semanais terão como fulcro, a partir de agora, a vida real, cotidiana das famílias, em cuja porta, elas devem estar escritas.

A Praça São Pedro, iluminada e aquecida pelo sol de primavera, ficou lotada pela multidão de fiéis e turistas que acolheram com carinho o Papa quando entrou para a habitual volta com o Papamóvel. Francisco se deteve em oração alguns instantes diante de uma réplica da imagem de Nossa Senhora de Fátima.

Reflexões

Prosseguindo suas reflexões preparatórias para o Sínodo de outubro próximo, o Pontífice voltou sobre a questão da ‘boa educação’, lembrando que aquelas três palavras, que já citou outras vezes no passado, são simples, mas ao mesmo tempo difíceis de colocar na prática. E quando não são usadas, podem-se abrir ‘rachaduras’ que levam as famílias a ‘desmoronar’.

Mas o hábito de ser ‘bem educado’ não pode se traduzir apenas em formalismo, em aridez – ressalvou Francisco, lembrando o provérbio “Por trás das boas maneiras escondem-se maus hábitos” e citando “o diabo, que quando tentou Jesus, parecia um cavalheiro”.

A boa educação deve ser entendida nos seus termos autênticos: o estilo das relações deve ser profundamente radicado no amor do bem e no respeito do outro. A família vive da ‘fineza’ de se querer bem.

Três palavras

O Papa começou pela palavra ‘licença’, explicando que “entrar na vida do outro, mesmo que faça parte da nossa, requer a delicadeza de um comportamento não invasor.

“A intimidade não autoriza a dar tudo por certo. Quanto mais íntimo e profundo o amor, mais exige respeito da liberdade e a capacidade de aguardar que o outro abra as portas de seu coração”.

A segunda palavra, ‘obrigado’, nos lembra que na nossa civilização atual, a gentileza e a capacidade de agradecer são vistas às vezes como um sinal de fraqueza.

“Sejamos intransigentes na educação à gratidão: a dignidade da pessoa e a justiça social passam por aqui. Se a vida familiar subestima este estilo, a vida social também o perderá. A gratidão, para quem crê, está no coração da fé: um cristão que não sabe agradecer é alguém que esqueceu a linguagem de Deus”, repetiu duas vezes.

Improvisando, o Papa revelou ter conhecido uma senhora de muita ‘sabedoria’, que dizia que “a gratidão é uma planta que cresce somente na terra de pessoas de alma nobre”.

Enfim, o termo ‘desculpas’, palavra difícil, mas muito necessária, afirmou o Papa, mencionando a oração do Pai Nosso: “Perdoai-nos as nossa ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”.

“Se não formos capazes de pedir desculpas, não seremos capazes de perdoar. Nas casas aonde não se pede desculpas, falta ar e feridas começam a se abrir. Também na vida de casal briga-se muitas vezes, mas o conselho do Papa é sempre o mesmo: nunca terminar o dia sem fazer as pazes, e para isso, é suficiente um pequeno gesto.. pode ser até um carinho, sem palavras...”.

Concluindo, Francisco reiterou que “estas três palavras são tão simples que até podem nos fazer sorrir... mas quando as esquecemos, não é muito engraçado”.

“Que o Senhor nos ajude a colocá-las no lugar certo, no nosso coração, em nossas casas e também na convivência civil”, completou, convidando a Praça a repetir com ele as três palavras-chave e a invocação de fazer as pazes com a família antes de ir dormir.

Fonte: radiovaticana

sábado, 9 de maio de 2015

Dia das Mães



Misericordioso e bondoso Deus. Hoje festejamos o Dia das Mães. Pensamos em nossas mães, as quais devemos a nossa vida. A mãe presenteou-nos, no início da nossa vida, com a confiança original de que é bom viver. Ela nos deu as boas-vindas nesta vida, cercou-nos com seu amor e deu-nos proteção. Neste dia, gostaria de agradecer à minha mãe por tudo que vivi através dela, de alegria de vida, de confiança na vida, de sinceridade e de proteção. Eu sinto como as raízes que tenho da minha mãe me sustentam e me alimentam em meu caminho. Eu participo de sua fé, de sua capacidade de me aproximar-se de outras pessoas e de comunicar-se com eles. Eu te peço por todas as mães, que possam ser gratas, hoje, pelos filhos que deram à luz. Peço, também, pelas mães que se culpam, porque seus filhos tornaram-se diferentes do que elas desejaram. Liberta-as de toda autocensura e dá-lhes a confiança de que os seus filhos não estão sós, mas que, por todos os desvios e descaminhos, o teu anjo os acompanha e os conduz ao caminho que os leva a vida. Abençoa todas as mães, para que o seu amor continue irradiando bênção sobre seus filhos.

Anselm Grün

Fonte: http://www.franciscanos.org.br

Oração pelas Mães



Muito obrigado, Senhor, por nossas mães, de quem recebemos o sopro da tua vida. Elas foram a primeira pulsação de vida que experimentamos, da vida da qual és a fonte, o sustento e o destino.

Hoje, no Dia das Mães, nós te suplicamos por elas. Abençoa-as e cobre-as com teu manto protetor, assim como elas nos abençoam e protegem com tanto amor e sempre cheias de cuidados.

Consola-as em seus sofrimentos e fortalece-as em suas lutas. Dá-lhes sempre disposição de espírito para nos indicar o caminho do bem e uma palavra lúcida para nos cobrar responsabilidades diante da vida.

Afasta delas todo tipo de tristeza. Que nenhum filho pense e muito menos ouse abandoná-las. Mas que todas se sintam amadas e abraçadas pelos filhos que tanto amam e aos quais só querem bem.

Reconhecemos nelas tua presença de amor e te prometemos, neste dia tão bonito, amá-las e protegê-las sempre, para que elas acreditem no teu amor e na força da tua bênção.

Obrigado, muito obrigado pela querida mãe que temos na terra. Obrigado, muito obrigado, também, por Maria, a mãe querida que temos no céu. Que nossas mães aceitem as lágrimas de nossos olhos e os aplausos de nossos corações!

Frei Neylor J. Tonin

Fonte: http://www.franciscanos.org.br

Deus olha seus filhos e filhas com olhos de mãe




“Deus olha seus filhos e filhas com olhos de mãe.” Para falar de Deus em sua infinitude, o único recurso que temos é lançar mão de percepções e experiências que estão ao alcance de nossa humana limitação. Desta forma, o olhar de mãe para descrever o olhar de Deus quer fazer menção ao que de mais nobre o sentimento humano pode produzir: o olhar e o cuidado da mãe para como o filho. E quais seriam os atributos deste olhar que o fazem ser tão parecido ao olhar de Deus?

1) Um olhar teimosamente otimista. É próprio da mãe apostar todas as fichas em seu filho. “A quem ama, o feio, bonito lhe parece”, diz o ditado que tem nos olhos da mãe a sua mais evidente confirmação. Mesmo diante de erros, tropeços e fracassos, lá está ela, fiel, obstinada, teimando em acreditar, em dar nova chance, em reavivar no coração os motivos que tem para amar aquele em cujas veias e artérias corre o sangue do seu sangue. Ainda que chore e sofra, nunca o faz diante do filho ou da filha e, ao modo do palhaço que maquia um sorriso sobre o rosto condoído por uma grave perda, faz das tripas coração para ser uma voz de esperança e de otimismo. Basta lembrar-se das mães que se consomem nas filas intermináveis de presídios e penitenciárias para visitar aqueles que saíram de seus ventres, acreditando teimosamente nas sementes de bondade e amor que foram plantadas no coração de seus “pequenos”. E assim é a misericórdia divina.

2) Um olhar sempre disposto a perdoar. É próprio do ser humano decepcionar e ser decepcionado. Não existe história que não seja marcada por este dado, fruto da limitação e da complexidade nas quais fomos tecidos. No entanto, no coração da mãe sempre está aberta a porta do perdão, pela qual o filho tem livre acesso, reconhecendo ou não o erro, pedindo ou não desculpas. Ao modo do Pai do Filho Pródigo, em seu coração a mãe está sempre disposta, de braços abertos para cobrir de abraços aqueles que são a extensão de suas próprias entranhas. E este é o modo de Deus perdoar. Este é sempre o seu modo de agir. Basta aos filhos tomarem consciência desta disposição amorosa e perseverante.

3) Um olhar repleto de empatia. A mãe vibra em cada vitória do filho. Enche-se do bom orgulho para partilhar as conquistas daquele a quem ama. Seja grande ou pequeno, cada progresso é celebrado, partilhado. No coração da mãe, talvez traga mais contentamento do que uma conquista que tivesse sido dela. Também na dor, o coração da mãe se condói ao ver o sofrimento de seu filho ou de sua filha, sentido na própria carne a intensidade da dor que abate o coração de seu rebento. E desta forma é o Deus de Jesus Cristo, alegrando-se com as alegrias e sofrendo com as dores de seu povo.

Neste dia das Mães, mais uma vez desejo agradecer a Deus que, em sua Sabedoria, confiou-nos seres tão capazes de trazer para a nossa vida uma porção generosa do Amor infinito com o qual Ele nos ama. Obrigado, Senhor, pela minha mãe. Agradeço-vos, ó Deus, por todas as mães!

Frei Gustavo Wayand Medella, OFM

Fonte: http://www.franciscanos.org.br

Sobre o materno modo de amar



Se perguntasse pela capacidade de amar do ser humano encontraria muitas respostas, porém existe um único e incontestável modelo: amor de Mãe! Persistência, fé, entrega, disciplina, jeito prestativo, cuidado caseiro, lágrimas silenciosas, horizonte largo de inúmeras preocupações, de ver só qualidade no filho mesmo quando o filho, muitas vezes, é só estrada e distância.

Podemos até entrar nesta fome de comprar, visitar vitrines, escolher presentes para o Dia das Mães, mas nada é maior do que o presente que recebemos: ter uma mãe, ou como no meu caso, uma mãe já estabelecida na eternidade. Que presente é este? Ter sentimentos para sempre, saudades para sempre, certeza de pertencer a esta substância humana e divina que somos, porque uma raiz espiritual foi plantada em nós pela prece frequente de mãe. Sentir-se ovelha pequenina conduzida por divina pastora que jamais deixa de estar perto do rebanho.

Penso em mãe e penso naquele Amor de rotina e trabalho prazeroso, tolerância, carinho, habilidade em administrar conflitos, responsabilidade, atividade criativa em ajeitar gavetas, guardar roupas espalhadas, espanar poeira, ter tempo para a cozinha, trabalhar dentro e fora e ainda pintar as unhas maltratadas por detergentes e dizer baixinho: ainda sou a estética feminina unindo beleza a tanta coisa para arrumar.

Será que a espécie humana estaria ainda viva sem ela? Último ponto de encontro do clã, da família, daquele costume de ir à casa dela num domingo de tarde, para, num café com bolo, viver a única sociedade possível: aquela que se encontra ao redor de uma mesa para jogar conversa fora. Casa de mãe é uma praça de união simbiótica: viver separadamente juntos, mas correr na hora que há necessidade de alimento, alento e proteção. Alguém de nós esqueceu o cheiro da casa da mãe? Perfume da terra de nossa infância, de nossos brincantes quintais, de crise de choro e aquelas palmadas pedagogicamente corretas que mandaram andar direito. Na mãe nascemos plenamente cada dia.

A mãe nos ensinou que amor é ação, doação desinteressada, fez deste modo de dar-se não um sacrifício, mas uma virtude, uma expressão de potência, porque em cada detalhe do amoroso cuidado, entrega a sua inteireza. Neste modo encontramos a afirmação incondicional da vida. Do ventre materno saímos e na medida do mesmo amor nos encontramos neste segundo domingo de maio. À minha mãe que já está no céu, peço a bênção! A todas as mães que necessariamente devem ser celebradas, o meu abraço e beijo! Feliz Dia das Mães!

Frei Vitório Mazzuco, OFM

Fonte: http://www.franciscanos.org.br

quarta-feira, 6 de maio de 2015

CNBB e Caritas lançam campanha de apoio ao Nepal



Brasília (RV) - A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Caritas Brasileira lançaram a Campanha de Solidariedade ao Nepal – SOS Nepal. A iniciativa pretende arrecadar recursos para auxiliar mais de 8 milhões de pessoas atingidas pelo terremoto que devastou o país no dia 25 de abril passado.

O terremoto de magnitude 7,9 na escala Richter atingiu, além do Nepal, a Índia, a China, Bangladesh e o Paquistão. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o desastre natural deixou mais de 5 mil pessoas mortas e 6 mil feridas.

A Campanha está em sintonia com os apelos do Papa Francisco, que dirigiu mensagem de alento aos atingidos, no domingo, 26 de abril. “Desejo confirmar a minha proximidade com as populações atingidas pelo forte terremoto no Nepal e que atingiu também os países vizinhos. Rezo pelas vítimas, pelos feridos e por todos os que sofrem devido a esta calamidade. Que tenham o apoio da solidariedade fraterna”, disse o papa.

Em carta dirigida às dioceses paróquias, comunidades, congregações, colégios e todas as pessoas de boa vontade, a Presidência da CNBB e o Bispo de Santarém (PA), Dom Flávio Giovenale, Presidente da Caritas Brasileira, conclamam os brasileiros “para a realização de uma grande corrente de oração e coleta de solidariedade, em favor do Nepal, no final de semana do dia das mães (09 e 10 de maio), fazendo memória de tantas mães, pais e filhos falecidos nesta tragédia”.

Os recursos arrecadados serão destinados para ações de urgência, disponibilização de itens como água potável, alimentos, lonas e tendas, atendimento às necessidades especiais das crianças, mulheres e pessoas com deficiências, com apoio posterior na reconstrução das condições de vida da população do Nepal.

Leia a carta na íntegra:

SOLIDARIEDADE AO NEPAL

SOCORRO ÀS FAMÍLIAS VÍTIMAS DO TERREMOTO

“Desejo confirmar a minha proximidade com as populações atingidas
pelo forte terremoto no Nepal e que atingiu também os países vizinhos”.
Papa Francisco.

Estimados irmãos e irmãs,

Mais de 8 milhões de pessoas foram afetadas pelo terremoto devastador registrado no sábado (25/04/15), em Nepal. De acordo com dados do governo nepalês, o número de mortos alcança mais de 5.000, com outros 10.000 feridos. Cerca de 1,5 milhão de pessoas precisam de alimentos, água e abrigo.

O abalo atingiu 7,9 de magnitude na escala Richter, teve o epicentro a cerca de 80 quilômetros da capital nepalesa, Katmandu, e foi sentido em outros países, como a Índia, a China, o Bangladesh e o Paquistão.

Em sintonia com os apelos do Santo Padre, frente ao sofrimento de milhões de famílias nepalesas atingidas pelo forte terremoto, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB e a Caritas Brasileira lançam a Campanha de Solidariedade ao Nepal - SOS NEPAL.

A Caritas Internationalis (CI) vem trabalhando com a Caritas Nepal em socorro das pessoasatingidas pelo terremoto.

Os recursos arrecadados serão destinados para ações de urgência (água potável, alimentos, lonas e tendas, atendimento as necessidades especiais das crianças, mulheres e pessoas com deficiências), com apoio posterior na reconstrução das condições de vida daquela população.

Conclamamos as dioceses, paróquias, comunidades, congregações, colégios e todas as pessoas de boa vontade, para realização de uma grande corrente de oração e coleta de solidariedade, em favor do Nepal, no final de semana do dia das mães (09 e 10 de maio), fazendo memória de tantas mães, pais e filhos falecidos nesta tragédia.

As ajudas financeiras podem ser depositadas nas seguintes contas, a cargo da Caritas Brasileira.

Banco do Brasil

Agência: 3475-4
Conta Corrente: 31.936-8

Banco Bradesco
Agência: 0606-8
Conta Corrente: 71.000-8

Caixa Econômica Federal
Agência: 1041
Conta Corrente: 3573-5
Operação: 003

Que o Deus de ternura e de bondade derrame suas bençãos sobre cada pessoa e sobre as famílias pela colaboração e gesto amoroso em favor das famílias nepalesas.

Dom Sérgio da Rocha

Arcebispo de Brasília – DF
Presidente da CNBB

Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger
Arcebispo de São Salvador – BA
Vice Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília – DF
Secretário Geral da CNBB

Dom Flávio Giovenale
Bispo de Santarém – PA
Presidente da Caritas Brasileira

Fonte: Rádio Vaticana

sexta-feira, 1 de maio de 2015

01 de Maio - São José Operário


01 de Maio - São José Operário. 

Basta traçar um paralelo entre a vida cheia de sacrifícios de são José, que trabalhou a vida toda para ver Nosso Senhor Jesus Cristo dar a vida pela humanidade, e a luta dos trabalhadores do mundo todo, pleiteando respeito a seus direitos mínimos, para entender os motivos que levaram o papa Pio XII a instituir a festa de "São José Trabalhador", em 1955, na mesma data em que se comemora o dia do trabalho em quase todo o planeta.

Foi no dia 1o de maio de 1886, em Chicago, maior parque industrial dos Estados Unidos na época, que os operários de uma fábrica se revoltaram com a situação desumana a que eram submetidos e pelo total desrespeito à pessoa que os patrões demonstravam. Eram trezentos e quarenta em greve e a polícia, a serviço dos poderosos, massacrou-os sem piedade. Mais de cinqüenta ficaram gravemente feridos e seis deles foram assassinados num confronto desigual. Em homenagem a eles é que se consagrou este dia.

São José é o modelo ideal do operário. Sustentou sua família durante toda a vida com o trabalho de suas próprias mãos, cumpriu sempre seus deveres para com a comunidade, ensinou ao Filho de Deus a profissão de carpinteiro e, dessa maneira suada e laboriosa, permitiu que as profecias se cumprissem e seu povo fosse salvo, assim como toda a humanidade.

Proclamando são José protetor dos trabalhadores, a Igreja quis demonstrar que está ao lado deles, os mais oprimidos, dando-lhes como patrono o mais exemplar dos seres humanos, aquele que aceitou ser o pai adotivo de Deus feito homem, mesmo sabendo o que poderia acontecer à sua família. José lutou pelos direitos da vida do ser humano e, agora, coloca-se ombro a ombro na luta pelos direitos humanos dos trabalhadores do mundo, por meio dos membros da Igreja que aumentam as fileiras dos que defendem os operários e seu direito a uma vida digna.

Muito acertada mais esta celebração ao homem "justo" do Evangelho, que tradicional e particularmente também é festejado no dia 19 de março, onde sua história pessoal é relatada.

Fonte: http://www.paulinas.org.br/

Convite para a 1ª missa semanal do grupo São Frei Galvão da Faculdade de Direito do Largo São Francisco



Irmãos e Irmãs,
Paz e bem!
Segue o Convite para a 1ª missa semanal do grupo São Frei Galvão da Faculdade de Direito do Largo São Francisco a realizar-se no dia 04/05/15 às 13 horas na Igreja das Chagas. A santa missa será presidida pelo Dom Carlos Lema Garcia, Bispo Auxiliar de São Paulo e Vigário Episcopal para Educação e Universidade e concelebrada pelo Padre José Henrique.
Deus seja louvado!
Fraternalmente,
Maria Nascimento

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Visita da Fraternidade São Damião da Cidade de Mogi Mirim.

Irmãos e Irmãs,
Paz e bem!

Recebemos no dia 25/04/15 a visita de 15 irmãos da Fraternidade São Damião da Cidade de Mogi Mirim.

Eles chegaram às 10:30 horas, servimos café e logo em seguida foram visitar as dependências da igreja e acervo da VOT conduzidos pelos irmãos Edmilson e Vânia que com muita dedicação e carinho coordenam a visita monitorada na igreja.

À medida que conheciam as dependências e ouviam a história ficavam maravilhados com tudo.

Ao meio dia nos acompanharam num delicioso almoço preparado com muito carinho por nossas irmãs.

E às 13 horas assistiram à penúltima apresentação de Concertos do CCBB na igreja das Chagas.

Ficamos muito felizes em receber nossos irmãos. Ao final do concerto nos despedimos e foram ao Mosteiro da Luz para a missa das 16 horas.
Agradecemos ao nosso Bom Deus pelas bênçãos e graças vividas nesse dia.

Fraternalmente,

Maria Nascimento