quarta-feira, 23 de abril de 2014

Cristo Ressuscitou! Aleluia! Aleluia!

Irmãos e Irmãs,

Paz e bem!

No dia 25 de abril de 2014, às 19 horas, nas dependências da Fraternidade das Chagas, Frei Alvaci Mendes da Luz, OFM, presidirá a Santa Eucaristia em Ação de graças pelo início das comemorações dos 800 anos de nascimento de São Luis, rei da França.

Cultivemos a espiritualidade que é tão cara em nossa família franciscana.

Depois faremos um momento de confraternização.

Sejam bem-vindos!

Fraternalmente,

Maria Nascimento 

SÃO LUÍS IX – REI DA FRANÇA



São Luís nasceu no castelo de Poissy, a 30 quilômetros de Paris, a 25 de Abril de 1214 ou 1215, dia de procissões solenes do dia de São Marcos. A sua infância terá sido influenciada pela figura do seu pai que, unindo o zelo pela religião à bravura marcial que lhe valeu o cognome de o Leão, subjugou os cátaros do sul da França.

Particularmente zelosos da sua educação, os pais de Luís IX deram-lhe bons preceptores: Mateus II de Montmorency, Guilherme des Barres, conde de Rochefort, e Clemente de Metz, marechal da França, inspiraram-lhe os sentimentos de um rei cristianíssimo e filho da Igreja.
Com a morte do seu pai em 8 de Novembro de 1226, Luís IX subiu ao trono aos 12 anos de idade. Foi sagrado na catedral de Reims por Jacques de Bazoches, bispo de Soissons, em 30 de Novembro do mesmo ano.

Por testamento de Luís VIII, a mãe do jovem monarca assumiu a regência de França com o título de «baillistre», guardião da tutela do rei. De personalidade forte, Branca de Castela encarnava a glória de ser filha, sobrinha, esposa, irmã e tia de reis.

Durante a menoridade de Luís IX, a rainha mãe enfrentou as ambições da Inglaterra e as pressões da nobreza do reino, que desejavam valer-se da pouca idade do soberano para retomar os direitos perdidos para os monarcas do último século.

Delicado, louro e de olhos azuis, Luís atingiu a maioridade a 25 de Abril de 1234 mas continuou a manter a mãe numa posição de confiança e poder. Esta organizou o seu casamento, realizado no dia 27 de Maio de 1234, na catedral de Sens, pouco depois de o rei completar 20 anos. A esposa escolhida foi Margarida da Provença, a filha mais velha de Beatriz de Sabóia e do conde Raimundo Berengário IV da Provença e de Forcalquier, e irmã de Leonor, esposa de Henrique III da Inglaterra.

Este reinado foi um período de paz e prosperidade para a França, mas também de excepcionais zelos religioso e intolerância, com a intenção de conduzir o povo francês à salvação da alma. São Luís não negligenciava o cuidado dos pobres, proibiu o jogo e a prostituição e punia a blasfêmia. As punições estipuladas eram tão rigorosas que o papa Clemente IV julgou ser necessário atenuá-las.

Outro dos traços em que a religiosidade deste monarca se manifestou foi na aquisição da coroa de espinhos e de um fragmento da cruz da crucificação de Jesus Cristo, em 1239-1241, a Balduíno II, imperador de Constantinopla, por 135.000 libras. Para estas relíquias mandou edificar a capela gótica de Sainte-Chapelle no coração de Paris, que curiosamente só custou 60.000 libras para construir. Sob este reinado foram também construídas as catedrais de Amiens, Rouen, Beauvais, Auxerre e Saint-Germain-en-Laye.

O monarca francês era zeloso da sua missão de «lugar-tenente de Deus na Terra», da qual fora investido na sua coroação em Reims. De forma a cumprir este dever organizaria duas cruzadas e, apesar de ambas terem fracassado, contribuíram para o seu prestígio. Os seus contemporâneos não teriam compreendido se um rei tão poderoso e piedoso não fosse libertar a Terra Santa.

Em 1244 Luís IX caiu gravemente enfermo de disenteria, a ponto de alguns terem como certa sua morte. Foram organizadas vigílias, procissões e outros atos religiosos pela sua convalescença, e o próprio monarca fez então um voto: caso sobrevivesse, partiria em cruzada para libertar o Santo Sepulcro.

Quando recuperou a saúde, em 1248, apesar das oposições da Corte, cumpriu o que havia prometido. Preparou um grande exército e, por várias vezes, comandou as cruzadas para a Terra Santa. Mas em nenhuma delas teve êxito. Primeiro, foi preso pelos muçulmanos, que o mantiveram no cativeiro durante seis anos. Depois, numa outra investida, quando se aproximava de Tunis, foi acometido pela peste e ali morreu, no dia 25 de agosto de 1270.

Os cruzados voltaram para a França trazendo o corpo do rei Luís IX, que já tinha fama e odor de santidade. O seu corpo repousa na Abadia de Saint-Denis.

O culto deste santo foi juridicamente examinado e aprovado pelo papa Bonifácio VIII, que o canonizou em 1297 com o nome de São Luís da França. São Luís é considerado o modelo do monarca cristão.

Franciscano Secular, de vida e coração, soube ensinar às gerações vindouras a arte de bem governar ao serviço do Povo. São do seu testamento espiritual - indelével legado ao seu filho - as seguintes ilustradas palavras:

- Guarda, meu filho, um coração compassivo para com os pobres, infelizes e aflitos e, quanto puderes, auxilia-os e consola-os.

Por todos os benefícios que te foram dados por Deus, rende-lhe graças para te tornares digno de receber maiores.

Em relação a teus súbditos, sê justo até o extremo da justiça, sem te desviares; e põe-te sempre de preferência da parte do pobre mais do que do rico, até estares bem certo da verdade.

Procura com empenho que todos os teus súbditos sejam protegidos pela justiça e pela paz».
Muito do que atualmente se sabe sobre a vida de São Luís foi o que ficou registrado por Jean de Joinville, o seu principal biógrafo com a obra «A Vida de São Luís». Jean de Joinville era amigo, confidente e conselheiro do rei, e também foi uma das principais testemunhas no processo de canonização em 1297 pelo papa Bonifácio VIII. Duas outras biografias importantes foram escritas pelo confessor do rei, Godofredo de Beaulieu, e pelo seu capelão, Guilherme de Chartres, Grão-Mestre da Ordem dos Templários. 

A quarta notável fonte de informação é a biografia de Guilherme de Saint-Pathus, escrita usando o inquérito papal sobre a vida do rei para a sua canonização.


Fonte: OFS de Portugal

terça-feira, 22 de abril de 2014

Jovens encenam a Paixão do Senhor no Largo São Francisco



A Paróquia e Santuário São Francisco de Assis, no Largo São Francisco, em São Paulo, lotou para ver a encenação da a 4ª Via-Sacra Franciscana, que teve como atores a Juventude Franciscana da Fraternidade das Chagas e os jovens vocacionados à vida franciscana.

Em espírito de oração e devoção, fiéis vieram celebrar a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, na Sexta-Feira Santa (18 de abril). A celebração da Paixão foi presidida pelo Cardeal Dom Cláudio Hummes e concelebrada pelos frades do Convento. O Cardeal, em sua partilha da Palavra com os fiéis, destacou os últimos momentos da vida de Jesus, seu sofrimento, dor e morte.

Logo após a celebração, deu-se início a Via-Sacra. Cada estação era intercalada com cantos, reflexões e encenações do caminho doloroso de Jesus. Frei Alvaci Mendes da Luz nos ajudou a refletir em cada passo do calvário de Jesus. Destacava pontos fortes e marcantes que nos levaram a uma profunda reflexão interior. Nas estações em que se reviveram as quedas de Jesus foram abordados alguns pontos da Campanha da Fraternidade deste ano: “Fraternidade e o tráfico humano”.

Os jovens, por sua vez, reviveram com emoção cada momento. Os fiéis também foram protagonistas participando com devoção dos cantos e refrões que eram entoados durante os momentos da encenação. Um dos pontos mais emocionantes foi a 13ª estação, em que a Mãe Maria acolhe nos braços o seu filho Jesus, morto e desfigurado.

Na execução dos momentos de oração e cantos, também ajudaram Frei Alexandre Rohling e Frei Odorico Decker com sua famosa gaita.

A Via-Sacra terminou com a adoração do Senhor Morto, trazida pelos irmãos da Ordem Franciscana Secular. Certamente, foram momentos intensos de emoção e oração, que levaram todos os fiéis presentes a percorrerem com Jesus este caminho doloroso e vivenciar melhor os mistérios da nossa fé.

“Maior amor não há que se entregar. Maior amor não há e a vida doar. Maior amor não há que a VIDA doar.”

Fonte: www.franciscanos.org.br













Mensagem Pascal do Conselhor Diretor a toda Família Franciscana

Aleluia! O Senhor Ressuscitou!

“Desde a alvorada da Páscoa, uma nova primavera de esperança invade o mundo; desde aquele dia a nossa ressurreição já começou”.

Quantos sinais de ressurreição podemos perceber no nosso dia a dia!

Os sinais de Ressurreição nos ajudam a começar de novo!

- Nas desesperanças, desilusões, perdas, Deus está caminhando e nos convida a deixarmo-nos provocar por elas. As situações de crise são sinal de que a nossa Vida Religiosa está viva e provoca mudanças – deixar, deixar, (...) voltar e recomeçar, como fizeram os discípulos de Emaús.

- A alegria do encontro com as irmãs e irmãos, as partilhas de vida, a oportunidade que se cria de falar bem, evitar críticas que destroem e não levam ao centro de nosso ser religioso para Deus e para o mundo, são sinais de Ressurreição.

- A entreajuda - aceitar e oferecer ajuda -proporciona espaços de aproximação, de amizade e alegria de servir. Isso é sinal de Ressurreição.

- Apoiar, dialogar, interessar-se, corrigir como quem quer o bem; são evidentes sinais de Ressurreição.

- O permanecer, gastar tempo com o outro, conviver, são sinais de ressurreição.

- A missão cumprida com leveza de coração é sinal de ressurreição.

- Os gestos de bondade, misericórdia, compaixão são sinais de ressurreição.

Há tantos outros sinais! (...)

Que o Cristo Ressuscitado nos ajude a viver a nossa vida na alegria de franciscanos e franciscanas, e felizes porque Jesus Cristo Ressuscitou e está no meio de nós. Ele caminha conosco. Estar a caminho significa andar desarmado, desarmada, na simplicidade e na pobreza, com os pés no chão da realidade dos nossos povos desesperançados. 

“A mística do itinerário é feita de despojamento e de liberdade, de leveza e sobriedade, de disposição e abertura, em contínuos avanços e desalojamentos”.

Sejamos atentos, pois O Senhor Ressuscitado quer nos abrir os olhos para que possamos enxergar os evidentes sinais de vida nova ao nosso redor. FELIZ PÁSCOA!

Na Paz e no BEM!

Conselho Diretor da FFB

sábado, 19 de abril de 2014

Mensagem de Páscoa da Ministra Regional

Estimados irmãos e irmãs,
no Senhor Ressuscitado se renova a nossa esperança! 

Com o início do Tríduo Pascal já estamos respirando ares de Páscoa. Passou o tempo da Quaresma em que, pela penitência, procuramos morrer com Cristo. Tudo agora nos convida a buscar, como ressuscitados com Cristo, as coisas do alto, onde Ele está sentado à direita do Pai.

Francisco e Clara souberam meditar e chorar a Paixão do Senhor; Francisco mereceu sofrer com Ele as dores da cruz; Clara uniu-se em esponsais místicos ao Cristo crucificado. Mas ambos experimentaram a Paixão na perspectiva de ressurreição e na esperança de reinar com o Cristo Senhor.

O tempo da Páscoa é o tempo em que vemos aflorarem nos discípulos de Jesus os sentimentos tão humanos e, por isso mesmo, tão contraditório: espanto e medo das mulheres ao encontrarem o sepulcro vazio / tristeza e desilusão nos discípulos de Emaús / dúvidas e incredulidade de Tomé / medo dos apóstolos ao verem o Senhor Ressuscitado, pensando que fosse um fantasma / mas com o coração abrasado de alegria.  É interessante notar que todos os sentimentos convergem para a alegria: “Vossa tristeza se transformará em alegria” (Jo 16,20).

Também nossa fé experimenta os mesmos sentimentos. Somos tão humanos como os discípulos que conviveram com Jesus. Mas, como eles, deixemos que a alegria do Cristo Ressuscitado penetre os nossos corações, nos inflame de fé, de amor e de coragem, para que possamos ser sinais vivos da alegria da ressurreição.

 Com um abraço fraterno desejo uma Santa e Feliz Páscoa! Que Cristo Ressuscitado seja uma presença constante em nossas vidas.



Denize Aparecida Marum Gusmão

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Via Sacra 2014





18 de abril
Sexta-feira Santa
Venha celebrar conosco os mistérios da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Os jovens do Santuário e Paróquia São Francisco de Assis esperam por você!


Fonte: Franciscanos.org

terça-feira, 8 de abril de 2014

Encontro 06.04.14

Irmãos e Irmãs,

Paz e bem!

No dia 06/04/14 na Santa Eucaristia das 9 hs presidida pelo Frei Alvaci Mendes da Luz, OFM, rezamos entre outras intenções pelos aniversariantes do mês de abril.

Recebemos a visita do grupo de jovens do Campo Limpo Paulista que estão sendo acompanhados pela Jufra das Chagas.

No nosso costumeiro café da manhã saboreamos pães, bolos em comemoração aos 31 anos de Profissão à OFS dos irmãos: Maria Nascimento, Antonio Joaquim, José Batista e Severino Pereira. E também pelos 30 anos do irmão Pedro Santiago. É uma alegria festejar entre os irmãos tantos anos vividos na Vida em Fraternidade. Acima das dificuldades e tristezas no decorrer da caminhada  – Somos felizes!

Depois tivemos a formação sobre “As 05 quaresmas de São Francisco” e a campanha da Fraternidade com o Tema – “Fraternidade e tráfico humano”.

Tivemos a graça de rezarmos diante da relíquia de São José de Anchieta, trazida pelo irmão Jorge. 

Em seguida tratamos sobre os preparativos para a reabertura da Igreja.

Após o almoço os professos rezaram a Coroa franciscana e os formandos foram para o encontro específico de formação.

Por tudo Deus seja louvado! 


Maria Nascimento














sábado, 5 de abril de 2014

Mutirão da Limpeza - 22 e 29/03/14


Irmãos e irmãs,

Paz e bem!

Nos dias 22 e 29/03/14 estivemos na fraternidade para mais um mutirão de limpeza.

Rasgamos papéis inutilizados, separamos coisas, organizamos a sala que abrigará a futura carpintaria da igreja. 

Disponibilizamos para descarte armários velhos, trocamos coisas de lugar, limpamos e ao final dos trabalhos muitos sacos de lixo com papéis que foram para a reciclagem.

Há muito ainda o que fazer.

Convocarei outros tantos até que tudo esteja em ordem e organizado para acolher nossos irmãos.

Agradeço a todos que colaboraram e dedicaram o esforço do seu trabalho á serviço da Vida em Fraternidade!

Estamos na reta final para a reabertura da Igreja.

O coração está a mil!

A alegria é contagiante!

Agradeço a Deus por estar fazendo parte desse tempo tão importante de nossa fraternidade!

É uma experiência única nesse século.

Temos a grande responsabilidade de cuidar e protegê-la para as futuras gerações!!!! 

Por tudo Deus seja louvado!

Maria Nascimento



















quinta-feira, 3 de abril de 2014

São José de Anchieta


Cidade do Vaticano (RV) – Anchieta é santo. Na manhã desta quinta-feira, 03 de abril, o Papa Francisco recebeu em audiência, no Vaticano, o Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Card. Angelo Amato.

Depois de ouvir o relatório sobre a vida e a obra do “Apóstolo do Brasil”, o Pontífice assinou o decreto que reconhece a figura e a grandeza do missionário, colocando assim seu testemunho como exemplo para os cristãos de todo o mundo.

O primeiro pedido de canonização foi feito há exatos 417 anos. Já o último ocorreu em outubro passado, por iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Em dezembro, como revelou o Presidente da CNBB à Rádio Vaticano, o Card. Raymundo Damasceno Assis recebeu um telefonema pessoal do Santo Padre, respondendo positivamente ao pedido.

Trata-se do primeiro santo de 2014 e o segundo jesuíta a ser canonizado pelo Papa Francisco. Antes dele, em dezembro do ano passado foi a vez de Pedro Fabro.

“A santidade do grande homem de Deus foi reconhecida”, declarou logo após a assinatura do decreto o Vice-Postulador da Causa, Pe. Cesar Augusto dos Santos, que também é responsável pelo Programa Brasileiro da Rádio Vaticano.

No entanto, a canonização de José de Anchieta se insere num contexto mais amplo, de reconhecimento da santidade de outros dois evangelizadores da América: a Ir. Maria da Encarnação e o Bispo Francisco de Montmorency-Laval– dois franceses que viveram no Canadá.

Não se trata de um caso, pois os três novos santos foram beatificados juntos pelo Papa João Paulo II, em 22 de junho de 1980. Naquela mesma cerimônia, também foram beatificados Pedro de Betancur e jovem indígena Catarina Tekakwitha – ambos já canonizados. Portanto, faltava o reconhecimento dos outros três – o que aconteceu na manhã desta quinta-feira.

Anchieta e os Papas

A importância de Anchieta e seu papel fundamental para a evangelização do Brasil já eram conhecidos pelos Pontífices. Na sua cerimônia de beatificação, João Paulo II se referiu a Anchieta como “um incansável e genial missionário”:

“Seu zelo ardente o move a realizar inúmeras viagens, cobrindo distâncias imensas no meio de grandes perigos. Mas a oração contínua, a mortificação constante, a caridade fervente, a bondade paternal, a união íntima com Deus, a devoção filial à Virgem Santíssima — que ele celebra em um longo poema de elegantes versos latinos —, dão a este grande filho de Santo Inácio uma força sobre-humana, especialmente quando deve defender contras as injustiças dos colonizadores os seus irmãos indígenas. Para eles compõe um catecismo, adaptado à sua mentalidade e que contribuiu grandemente para a sua cristianização. Por tudo isto ele bem mereceu o título de «apóstolo do Brasil”.

Por sua vez, o Papa Bento XVI, na mensagem para a 28ª Jornada Mundial da Juventude, apresentou o sacerdote jesuíta como um modelo para os jovens: “Penso, por exemplo, no Beato José de Anchieta, jovem jesuíta espanhol do século XVI, que partiu em missão para o Brasil quando tinha menos de vinte anos e se tornou um grande apóstolo do Novo Mundo”.

Anteriormente, em discurso aos Bispos dos Regionais Norte 1 e Noroeste, em visita ad Limina Apostolorum em outubro de 2010, Bento XVI disse: “Ao pensar nos desafios que esta proposta de renovação missionária supõe para vós, Prelados brasileiros, vem-me à mente a figura do Beato José de Anchieta. Com efeito a sua incansável e generosíssima atividade apostólica, não isenta de graves perigos, que fez com que a Palavra de Deus se propagasse tanto entre os índios quanto entre os portugueses – razão pela qual desde o momento de sua morte recebeu o epíteto de Apóstolo do Brasil – pode servir de modelo para ajudar as vossas Igrejas particulares a encontrar os caminhos para empreender a formação dos discípulos missionários no espírito da Conferência de Aparecida”.

Já Francisco escolheu a praia de Copacabana, na missa pela 28ª JMJ no Rio de Janeiro, para falar do sacerdote jesuíta, com estas palavras: “A Igreja precisa de vocês, do entusiasmo, da criatividade e da alegria que lhes caracterizam! Um grande apóstolo do Brasil, o Bem-aventurado José de Anchieta, partiu em missão quando tinha apenas dezenove anos! Sabem qual é o melhor instrumento para evangelizar os jovens? Outro jovem! Este é o caminho a ser percorrido por vocês!”.


Fonte: Rádio Vaticano