quarta-feira, 16 de abril de 2014

Via Sacra 2014





18 de abril
Sexta-feira Santa
Venha celebrar conosco os mistérios da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Os jovens do Santuário e Paróquia São Francisco de Assis esperam por você!


Fonte: Franciscanos.org

terça-feira, 8 de abril de 2014

Encontro 06.04.14

Irmãos e Irmãs,

Paz e bem!

No dia 06/04/14 na Santa Eucaristia das 9 hs presidida pelo Frei Alvaci Mendes da Luz, OFM, rezamos entre outras intenções pelos aniversariantes do mês de abril.

Recebemos a visita do grupo de jovens do Campo Limpo Paulista que estão sendo acompanhados pela Jufra das Chagas.

No nosso costumeiro café da manhã saboreamos pães, bolos em comemoração aos 31 anos de Profissão à OFS dos irmãos: Maria Nascimento, Antonio Joaquim, José Batista e Severino Pereira. E também pelos 30 anos do irmão Pedro Santiago. É uma alegria festejar entre os irmãos tantos anos vividos na Vida em Fraternidade. Acima das dificuldades e tristezas no decorrer da caminhada  – Somos felizes!

Depois tivemos a formação sobre “As 05 quaresmas de São Francisco” e a campanha da Fraternidade com o Tema – “Fraternidade e tráfico humano”.

Tivemos a graça de rezarmos diante da relíquia de São José de Anchieta, trazida pelo irmão Jorge. 

Em seguida tratamos sobre os preparativos para a reabertura da Igreja.

Após o almoço os professos rezaram a Coroa franciscana e os formandos foram para o encontro específico de formação.

Por tudo Deus seja louvado! 


Maria Nascimento














sábado, 5 de abril de 2014

Mutirão da Limpeza - 22 e 29/03/14


Irmãos e irmãs,

Paz e bem!

Nos dias 22 e 29/03/14 estivemos na fraternidade para mais um mutirão de limpeza.

Rasgamos papéis inutilizados, separamos coisas, organizamos a sala que abrigará a futura carpintaria da igreja. 

Disponibilizamos para descarte armários velhos, trocamos coisas de lugar, limpamos e ao final dos trabalhos muitos sacos de lixo com papéis que foram para a reciclagem.

Há muito ainda o que fazer.

Convocarei outros tantos até que tudo esteja em ordem e organizado para acolher nossos irmãos.

Agradeço a todos que colaboraram e dedicaram o esforço do seu trabalho á serviço da Vida em Fraternidade!

Estamos na reta final para a reabertura da Igreja.

O coração está a mil!

A alegria é contagiante!

Agradeço a Deus por estar fazendo parte desse tempo tão importante de nossa fraternidade!

É uma experiência única nesse século.

Temos a grande responsabilidade de cuidar e protegê-la para as futuras gerações!!!! 

Por tudo Deus seja louvado!

Maria Nascimento



















quinta-feira, 3 de abril de 2014

São José de Anchieta


Cidade do Vaticano (RV) – Anchieta é santo. Na manhã desta quinta-feira, 03 de abril, o Papa Francisco recebeu em audiência, no Vaticano, o Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Card. Angelo Amato.

Depois de ouvir o relatório sobre a vida e a obra do “Apóstolo do Brasil”, o Pontífice assinou o decreto que reconhece a figura e a grandeza do missionário, colocando assim seu testemunho como exemplo para os cristãos de todo o mundo.

O primeiro pedido de canonização foi feito há exatos 417 anos. Já o último ocorreu em outubro passado, por iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Em dezembro, como revelou o Presidente da CNBB à Rádio Vaticano, o Card. Raymundo Damasceno Assis recebeu um telefonema pessoal do Santo Padre, respondendo positivamente ao pedido.

Trata-se do primeiro santo de 2014 e o segundo jesuíta a ser canonizado pelo Papa Francisco. Antes dele, em dezembro do ano passado foi a vez de Pedro Fabro.

“A santidade do grande homem de Deus foi reconhecida”, declarou logo após a assinatura do decreto o Vice-Postulador da Causa, Pe. Cesar Augusto dos Santos, que também é responsável pelo Programa Brasileiro da Rádio Vaticano.

No entanto, a canonização de José de Anchieta se insere num contexto mais amplo, de reconhecimento da santidade de outros dois evangelizadores da América: a Ir. Maria da Encarnação e o Bispo Francisco de Montmorency-Laval– dois franceses que viveram no Canadá.

Não se trata de um caso, pois os três novos santos foram beatificados juntos pelo Papa João Paulo II, em 22 de junho de 1980. Naquela mesma cerimônia, também foram beatificados Pedro de Betancur e jovem indígena Catarina Tekakwitha – ambos já canonizados. Portanto, faltava o reconhecimento dos outros três – o que aconteceu na manhã desta quinta-feira.

Anchieta e os Papas

A importância de Anchieta e seu papel fundamental para a evangelização do Brasil já eram conhecidos pelos Pontífices. Na sua cerimônia de beatificação, João Paulo II se referiu a Anchieta como “um incansável e genial missionário”:

“Seu zelo ardente o move a realizar inúmeras viagens, cobrindo distâncias imensas no meio de grandes perigos. Mas a oração contínua, a mortificação constante, a caridade fervente, a bondade paternal, a união íntima com Deus, a devoção filial à Virgem Santíssima — que ele celebra em um longo poema de elegantes versos latinos —, dão a este grande filho de Santo Inácio uma força sobre-humana, especialmente quando deve defender contras as injustiças dos colonizadores os seus irmãos indígenas. Para eles compõe um catecismo, adaptado à sua mentalidade e que contribuiu grandemente para a sua cristianização. Por tudo isto ele bem mereceu o título de «apóstolo do Brasil”.

Por sua vez, o Papa Bento XVI, na mensagem para a 28ª Jornada Mundial da Juventude, apresentou o sacerdote jesuíta como um modelo para os jovens: “Penso, por exemplo, no Beato José de Anchieta, jovem jesuíta espanhol do século XVI, que partiu em missão para o Brasil quando tinha menos de vinte anos e se tornou um grande apóstolo do Novo Mundo”.

Anteriormente, em discurso aos Bispos dos Regionais Norte 1 e Noroeste, em visita ad Limina Apostolorum em outubro de 2010, Bento XVI disse: “Ao pensar nos desafios que esta proposta de renovação missionária supõe para vós, Prelados brasileiros, vem-me à mente a figura do Beato José de Anchieta. Com efeito a sua incansável e generosíssima atividade apostólica, não isenta de graves perigos, que fez com que a Palavra de Deus se propagasse tanto entre os índios quanto entre os portugueses – razão pela qual desde o momento de sua morte recebeu o epíteto de Apóstolo do Brasil – pode servir de modelo para ajudar as vossas Igrejas particulares a encontrar os caminhos para empreender a formação dos discípulos missionários no espírito da Conferência de Aparecida”.

Já Francisco escolheu a praia de Copacabana, na missa pela 28ª JMJ no Rio de Janeiro, para falar do sacerdote jesuíta, com estas palavras: “A Igreja precisa de vocês, do entusiasmo, da criatividade e da alegria que lhes caracterizam! Um grande apóstolo do Brasil, o Bem-aventurado José de Anchieta, partiu em missão quando tinha apenas dezenove anos! Sabem qual é o melhor instrumento para evangelizar os jovens? Outro jovem! Este é o caminho a ser percorrido por vocês!”.


Fonte: Rádio Vaticano

terça-feira, 25 de março de 2014

Mensagem da Ministra Denize, sobre o Evangelho da anunciação.


Evangelho da Anunciação do Senhor
(Lc 1, 26 - 38)

               Naquele tempo, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José. Ele era descendente de Davi e o nome da Virgem era Maria. O anjo entrou onde ela estava e disse: "Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!" Maria ficou perturbada com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação.

Conhecida também como Anunciação da Virgem Maria, na festa da Anunciação a Igreja celebra o anúncio do Arcanjo Gabriel à Virgem Maria, anúncio este que se tratou da COMUNICAÇÃO de que ela seria a Mãe de Jesus. Maria, que habitava em Nazaré, mesmo sendo virgem, conceberia milagrosamente uma criança que seria chamada de Filho de Deus.

A festa é celebrada no dia 25 de março, exatamente nove meses antes do Natal. O anúncio do Anjo a Maria foi feito quando Isabel, prima de Maria, estava no sexto mês de gravidez de João Batista (Lc 1, 26).

Com o anúncio do Arcanjo Gabriel e a aceitação de Maria da vontade divina, Deus assume nossa natureza humana, menos no pecado, para nos elevar à condição de filhos de Deus e fazer-nos participantes de sua natureza divina. O mistério da fé é tão grande que Maria, fica assustada. Gabriel tranquiliza Maria: “Não tenhas medo!” (Lc 1, 30): o Todo-Poderoso olhou-te com predileção, escolheu-te para Mãe do Salvador do mundo. Os planos de Deus superam todas as nossas expectativas e muitíssimas vezes vão além de nossa capacidade de compreensão!

Quais nossos principais dons, colocados a serviço dos irmãos?
Em que nossos dons ajudam a enriquecer a Fraternidade?
Estamos sempre prontos a servir?

Como nossa Fraternidade retribui àqueles que servem com tanto amor?

quarta-feira, 19 de março de 2014

São José


Esposo da Virgem Maria, pai legal de Jesus, patrono da Igreja, dos carpinteiros e dos doentes. 


Festa para toda a Igreja, para os carpinteiros,  para os pais e suas famílias, para os doentes que honram São José como seu patrono. O nome de José é muito comum e por isso mesmo são muitos os que hoje festejam seu onomástico. Também é festa para a Ordem Franciscana, pois São José é um dos seus protetores: muitos santos religiosos têm por ele uma terna devoção. Muitos membros da Ordem difundiram amplamente seu culto.
São raros os dados sobre as origens, a infância e a juventude de José, o humilde carpinteiro de Nazaré, pai terrestre e adotivo de Jesus Cristo, e esposo da Virgem de todas as virgens, Maria. Sabemos apenas que era descendente da casa de David. Mas, a parte de sua vida da qual temos todo o conhecimento basta para que sua canonização seja justificada. José é, praticamente, o último elo de ligação entre o Velho e o Novo Testamento, o derradeiro patriarca que recebeu a comunicação de Deus vivo, através do caminho simples dos sonhos. Sobretudo escutou a palavra de Deus vivo. Escutando no silêncio.
Nas Sagradas Escrituras não há uma palavra sequer pronunciada por José. Mas, sua missão na História da Salvação Humana é das mais importantes: dar um nome a Jesus e fazê-lo descendente de David, necessário para que as profecias se cumprissem. Por isso, na Igreja, José recebeu o título de “homem justo”. A palavra “justo” recorda a sua retidão moral, a sua sincera adesão ao exercício da lei e a sua atitude de abertura total à vontade do Pai celestial. Também nos momentos difíceis e às vezes dramáticos, o humilde carpinteiro de Nazaré nunca arrogou para si mesmo o direito de pôr em discussão o projeto de Deus. Esperou a chamada do Senhor e em silêncio respeitou o mistério, deixando-se orientar pelo Altíssimo.
Quando recebeu a tarefa, cumpriu-a com dócil responsabilidade: escutou solícito o anjo, quando se tratou de tomar como esposa a Virgem de Nazaré, na fuga para o Egito e no regresso para Israel (Mt 1 e 2, 18-25 e13-23). Com poucos mas significativos traços, os evangelistas o descreveram como cuidadoso guardião de Jesus, esposo atento e fiel, que exerceu a autoridade familiar numa constante atitude de serviço. As Sagradas Escrituras nada mais nos dizem sobre ele, mas neste silêncio está encerrado o próprio estilo da sua missão: uma existência vivida no anonimato de todos os dias, mas com uma fé segura na Providência.

Somente uma fé profunda poderia fazer com que alguém se mostrasse tão disponível à vontade de Deus. José amou, acreditou, confiou em Deus e no Messias, com toda sua esperança. Apesar da grande importância de José na vida de Jesus Cristo não há referências da data de sua morte. Os teólogos acreditam que José tenha morrido três anos antes da crucificação de Jesus, ou seja quanto Ele tinha trinta anos.
Por isso, hoje é dia de festa para a Fé. O culto a São José começou no Egito, passando mais tarde para o Ocidente, onde hoje alcança grande popularidade. Em 1870, o Papa Pio IX o proclamou São José, padroeiro universal da Igreja e, a partir de então, passou a ser venerado no dia 19 de março. Porém, em 1955, o Papa Pio XII fixou também, o dia primeiro de maio para celebrar São José, o trabalhador. Enquanto, o Papa João XXIII, inseriu o nome de São José no Cânone romano, durante o seu pontificado.
Fonte: “Santos Franciscanos para cada dia”, Ed. Porziuncola.

Fonte: www.franciscanos.org.br