quarta-feira, 23 de julho de 2014

Guardamos no coração: Santa missa em Ação de Graças pelos trabalhadores no restauro da Igreja das Chagas.

Na Santa Eucaristia do dia 15/06/14 a fraternidade celebrou em Ação de Graças por todos os que com o esforço do seu trabalho colaboraram com as Obras de restauro da Igreja das Chagas. 

Convidamos todos os trabalhadores e suas famílias. 

Na homilia o Frei Gustavo G Medalha, OFM, lembrou o início da conversão de São Francisco em que ele ao ouvir da cruz de São Damião: Vai e restaura a minha Igreja, começou a reformar as igrejas que estavam em ruínas e mais tarde compreendeu a sua missão de reparar a igreja viva. 

No ofertório os trabalhadores entraram na procissão com as ferramentas utilizadas na obra. Da colher de pedreiro às plantas dos engenheiros foi muito emocionante. 

Ao final entregamos um chaveiro a todos como lembrança daquele dia. Depois oferecemos um café com bolo bem franciscano. 

Ao final a equipe da Concrejato passou em data- show alguns slides com os funcionários nos trabalhos efetuados na igreja.  

Que Deus em sua infinita bondade e misericórdia conceda a todos muitas bênçãos e graças pelo trabalho realizado.

 
Maria     















sexta-feira, 18 de julho de 2014

Diocese de Osasco se prepara para receber o novo bispo





A Diocese de Osasco se prepara para a solenidade de posse de seu novo bispo. O evento será realizado no dia 20 de julho, às 15h, no Ginásio José Corrêa, na cidade de Barueri (SP). Dom Frei João Bosco Barbosa de Souza, OFM, 61, foi eleito pelo Papa Francisco, em 16 de abril, a partir da renúncia de Dom Ercílio Turco, que atingiu limite de idade de 75 anos.

Dom João Bosco receberá o governo de uma vasta região que compreende 13 municípios importantes no cenário urbano e social do estado de São Paulo. Os municípios possuem juntos mais 2,2 milhões de habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No campo eclesial, receberá uma Igreja em crescimento, com mais de 80 paróquias e um clero com cerca de 100 padres diocesanos, sendo sua maioria composta por novos padres.

Após 12 anos como bispo de Osasco, Dom Ercílio Turco se aposenta e passa a ser bispo emérito. Seu sucessor, Dom João Bosco, é natural de Guaratinguetá (SP) e ingressou na Ordem dos Frades Menores (OFM) através da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil quando vestiu o hábito franciscano no dia 20 de janeiro de 1971. Foi ordenado presbítero no dia 7 de janeiro de 1978 e foi nomeado bispo em 3 de janeiro de 2007, e no mesmo ano assumiu a Diocese de União da Vitória (PR), onde atuou até sua nomeação para Osasco.

A cerimônia de posse espera receber 15 mil pessoas vindas das cidades da região e também de outros estados. Caravanas já estão sendo organizadas pelas paróquias para que os fiéis participem da solenidade. Além do espaço interno do ginásio, serão disponibilizadas tendas e telões para o público presente.

Serviço:

Solenidade de Posse de Dom João Bosco

Dia: 20/07

Horário: Às 15 horas

Local: Ginásio José Corrêa (Av. Guilherme P. Guglielmo, nº 1000 – Centro – Barueri (SP)

Mais informações sobre a Solenidade de Posse em: www.diocesedeosasco.com.br/posse


Irmãos a Diocese de Osasco tem a graça de receber um novo Bispo. E ele é franciscano!

Nessa Diocese residem vários irmãos da OFS Chagas. Oportunamente agendaremos um encontro com nosso Pastor.

Deus seja louvado!
 
Maria Nascimento   

Fonte: franciscanos.org.br

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Memórian da canonização de São Francisco

Hoje, memória da canonização de São Francisco
Memória de São Francisco de Assis

No dia 16 de julho de 1228, dois anos depois de sua morte, São Francisco de Assis foi canonizado pelo Papa Gregório IX. Na ocasião, ele publicou a Bula de Canonização “Mira circa nos”  “aos veneráveis irmãos arcebispos, bispos etc…”
1). É maravilhoso como Deus se digna ter piedade de nós e inestimável é o amor de sua caridade, pela qual entregou-nos o filho à morte para remir o escravo!
Sem renunciar aos dons de sua misericórdia e conservando com proteção contínua a vinha que foi plantada por sua destra, continua a mandar operários para ela mesmo na décima primeira hora para que a cultivem bem arrancando com a enxada e o arado com o qual Samgar abateu seiscentos Filisteus (Jz 6,31) os espinhos e as ervas más, para que, podados os ramos supérfluos e os brotos espúrios que não levam às raízes, e extirpados os espinheiros, ela possa amadurecer frutos suaves e saborosos.

Aqueles frutos que, purificados na prensa da paciência, poderão ser levados para a adega da eternidade, depois de ter queimado de uma vez, como com o fogo, a impiedade junto com a caridade esfriada de muitos, destinada a ser destruída na mesma ruina, como foram precipitados os filisteus caindo por causa do veneno da volubilidade terrena.

2). Eis o Senhor que, enquanto destruía a terra com a água do dilúvio, guiou o justo em uma desprezível arca de madeira (Sb 10,4), não permitindo que a vara dos pecadores prevalecesse sobre a sorte dos justos (Sl 124,3), na hora undécima suscitou seu servo o bem-aventurado Francisco, homem verdadeiramente segundo o seu coração (Cfr. 1Sm 13,14), lâmpada desprezada no pensamento dos ricos mas preparada para o tempo estabelecido, mandando-o para a sua vinha para que arrancasse os seus espinhos e espinheiros, depois de ter aniquilado os filisteus que a estavam assaltando, iluminando a pátria, e para que a reconciliasse com Deus admoestando com assídua exortação Cfr. Jz 15.15).

3). O qual, quando ouviu interiormente a voz do amigo que o convidava, levantou-se sem demora, despedaçou os laços do mundo cheio de bajulações, como um outro Sansão prevenido pela graça divina e, cheio de Espírito de fervor, pegou uma queixada de asno (Jz 11,15), com uma pregação feita de simplicidade, não enfeitada com as cores de uma persuasiva sabedoria humana (1Cor 1,17), mas com a força poderosa de Deus, que escolhe as coisas fracas do mundo para confundir os fortes, prostrou não só mil mas muitos milhares de filisteus, com o favor daquele que toca os montes e os faz fumegar (Sl 103,32), e reduziu à servidão do espírito os que antes serviam às impurezas da carne.

Quando eles ficaram mortos para os vícios e vivos para Deus e não mais para si mesmos, pois a parte pior tinha perecido, saiu da mesma queixada água abundante (cfr. Jz 15,10), que restaurava, lavava e fecundava todos os que tinham caído, sórdidos e ressecados, aquela água que, brotando para a vida eterna, pode ser comprada sem dinheiro e sem nenhuma outra despesa (Is 55,1) . Expandindo-se por toda parte, seus regatos irrigam a vinha, estendendo até o mar seus ramos, até o rio os seus rebentos (Sl 79,12).

4). Afinal, imitou os exemplos de nosso pai Abraão, saindo espiritualmente de sua terra, de sua parentela e da casa de seu pai, para ir para a terra que o Senhor lhe havia mostrado com sua divina inspiração (Gn 12,1). Para correr mais expeditamente, para o prêmio da vocação celeste (Fl 3,34), e poder entrar mais facilmente pela porta estreita (Mt 7,15), deixou a bagagem das riquezas terrenas, conformando-se com Aquele que, de rico que era fez-se pobre por nós, distribuiu-as, deu-as aos pobres (2Cor, 8,9), para que assim, sua justiça perdurasse para sempre (Sl 111,9).

E quando chegou perto da terra da visão, na montanha que lhe tinha sido mostrada (Gn 22,3), isto é, sobre a excelência da fé, ofereceu ao Senhor em holocausto sua carne, que antes o havia enganado, como filha unigênita, à semelhança da Jefté (Cfr. Jz 11), colocando-se no fogo da caridade, macerando sua carne pela fome, sede, frio, nudez, vigílias sem conta e jejuns. Quando a tinha, assim, crucificado com os vícios e as concupiscências (Gl 5,24), podia dizer com o Apóstolo: Eu vivo, mas já não sou eu; é Cristo que vive em mim (Rm 4,25). E, de fato,  já não vivia para si mesmo mas para Cristo, que morreu por nossos pecados e ressuscitou para a nossa justificação, para que já não servíssemos o pecado de maneira alguma.

Suplantando também os vícios, travou uma viril batalha contra o mundo, a carne e os poderes celestes. E, renunciando à mulher, à casa de campo e aos bois, que afastaram os convidados da grande ceia (Lc 14,15-22), levantou-se com Jacó (Cfr. Gn 35,1-11) ao comando do Senhor e, recebendo a graça septiforme do Espírito Santo, assistido pelas oito bem-aventuranças evangélicas, subiu através dos quinze degraus das virtudes, indicadas misticamente nos Salmos, para Betel, a casa do Senhor, que a tinha preparado para ele.

E lá, construindo o altar de seu coração para o Senhor, ofereceu sobre ele os aromas de suas devotas orações, que os anjos haveriam de levar à presença do Senhor com suas mãos, agora que já estava prestes a tornar-se um concidadão dos anjos.

5). Mas, para não ajudar somente a si mesmo lá na montanha, unido apenas no abraço de Raquel, bela mas estéril, isto é, na contemplação, desceu para o quarto proibido de Lia (Cfr. Gn 29), para conduzir o rebanho fecundo de filhos gêmeos através do deserto, procurando para eles as pastagens de vida, a fim de que, lá, onde o alimento é o maná celeste para os que se apartaram do estrépito do mundo, enterrando suas sementes com abundância de lágrimas (Sl 125, 5-6), pudesse colher exultando, os feixes para o celeiro da eternidade, ele destinado a ser colocado entre os príncipes de seu povo, coroado com a coroa de justiça.

É certo que ele não buscou seus próprios interesses mas antes o de Cristo (Fl 3,21), e o serviu como abelha industriosa; e, como estrela da manhã que aparece no meio das nuvens e como lua nos dias de seu pleno esplendor (Sl 50,6), e como sol resplandecente na Igreja de Deus, tomou em suas mãos a lâmpada e a trombeta para chamar para a graça os humildes com as provas de suas obras luminosas, e retirar os calejados no mal de suas graves culpas aterrando-os com uma dura reprovação.

Assim, inspirado pela virtude da caridade, irrompeu intrepidamente no acampamento dos madianitas, isto é, daqueles que evitam o juízo da Igreja por desprezo, com a ajuda daquele que, enquanto estava fechado dentro do seio da Virgem, atingia o mundo inteiro com o seu domínio; e arrebatou as armas em que punha sua confiança o forte armado que guardava sua casa (Lc 11,21-22), e distribuiu os despojos que ele mantinha, levando como escrava a escravidão (Ef 4,8) dele em homenagem a Jesus Cristo.

6). Por isso, tendo superado enquanto estava na terra o tríplice inimigo, fez violência ao Reino dos Céus e com a violência arrebatou-o (Mt 11,12). E depois das numerosas e gloriosas batalhas desta vida, triunfando sobre o mundo, voltou ao Senhor, precedendo muitos dotados de ciência, ele que deliberadamente era sem ciência e sabiamente ignorante.

7). Na verdade, ainda que sua vida, tão santa, operosa e luminosa, tenha sido suficiente para que conquistasse a companhia da Igreja triunfante, a Igreja militante, que só vê a face exterior, não tem a presunção de julgar por sua própria autoridade aqueles que não são de sua alçada, para apresentá-los à veneração baseando-se só sobre a sua vida, principalmente porque algumas vezes o anjo de satanás transforma-se em anjo de luz (2Cor 11,14); o Onipotente e misericordioso Deus, por cuja graça o referido servo de Cristo serviu-o dignamente e com louvor, não permitindo que uma lâmpada tão maravilhosa ficasse escondida embaixo do alqueire, mas querendo colocá-la sobre o candelabro para oferecer a restauração de sua luz a todos aqueles que estão na casa (Lc 11,33), declarou com múltiplos e grandiosos milagres que a vida dele era agradável para ela e que sua memória devia ser venerada na Igreja militante.

8). Portanto, como já nos eram plenamente conhecidos os traços mais singulares de sua vida gloriosa, pela familiaridade que teve conosco quando estávamos constituídos em um cargo menor, e fosse feita fé plena a respeito do esplendor de seus múltiplos milagres, através de testemunhas idôneas de que nós e o rebanho a nós confiado seríamos ajudados por sua intercessão e teríamos como patrono no céu aquele que foi nosso amigo na terra, reunindo o consistório de nossos irmãos [os cardeais], e tendo obtido o consentimento deles, decretamos que o inscrevíamos no catálogo dos santos para a devida veneração.

9). Estabelecemos que a Igreja universal celebre devotamente e com solenidade o seu nascimento para o céu no dia 4 de outubro, o dia em que, livre do cárcere da carne, subiu ao Reino celeste.

10). Por isso pedimos, admoestamos e exortamos no Senhor a todos vós, e comunicando-o através deste escrito apostólico que, nesse dia, vos apliqueis intensa e alegremente aos divinos louvores na sua comemoração e imploreis humildemente que por sua intercessão e méritos possamos chegar à sua companhia. Que isso vos conceda Aquele que é bendito nos séculos dos séculos. Amém.

Dado em Perusa, no dia 19 de julho de 1228, no segundo ano de nosso pontificado.


“Ninguém é obrigado a ser franciscano. No entanto, uma vez assumindo nossa vocação, professando a nossa espiritualidade, não dá para manter-se sem conhecer de cor e vivê-la com precisão. Todos os formandos não poderiam professar sem o seu perfeito conhecomento e entendimento.” (Antonio Benedito S. Bitencourt, Minisro Nacional da OFS)

Claudete L.Martins
OFS-Comunicação Sudeste III/ SP  

segunda-feira, 14 de julho de 2014

São Camilo de Léllis



A dedicação de São Camilo de Léllis aos doentes era tanta, que quando alguém vinha chamar para algum compromisso dizia: "Paciência! Estou cuidando de nosso Senhor Jesus Cristo."

São Camilo de Lellis, patrono dos enfermos, rogai por nós e especialmente pelos doentes. Amém


Fonte: Padre Reginaldo Manzotti

sábado, 12 de julho de 2014

Papa no final da Copa: “Possa o desporto favorecer sempre a cultura do encontro”



Cidade do Vaticano (RV) – Com um tuíte, o Papa manifestou os seus votos em vista do encerramento do Mundial 2014 no Brasil.

Através da sua conta @pontifex, Francisco escreveu a seguinte mensagem: “A Copa do Mundo fez encontrar-se pessoas de diferentes nações e religiões. Possa o desporto favorecer sempre a cultura do encontro”.

Às vésperas da final entre Alemanha e Argentina, o Pontífice aproveitou a oportunidade para reafirmar o valor do esporte, como fez um dia antes do apito inicial da competição, no dia 11 de junho.

Naquela ocasião, através de uma videomensagem em português, Francisco recordou aos torcedores que as competições futebolísticas devem ser consideradas por aquilo que são: um jogo e, ao mesmo tempo, uma ocasião de diálogo, de compreensão, de enriquecimento humano recíproco.

Eis um trecho daquela mensagem:

A minha esperança é que, além de festa do esporte, esta Copa do Mundo possa tornar-se a festa da solidariedade entre os povos. (...) O esporte não é somente uma forma de entretenimento, mas também - e eu diria sobretudo - um instrumento para comunicar valores que promovem o bem da pessoa humana e ajudam na construção de uma sociedade mais pacífica e fraterna. (...) O esporte é escola da paz, ensina-nos a construir a paz.
O termo usado no tuíte deste sábado “cultura do encontro”, também foi usado na videomensagem:

O futebol pode e deve ser uma escola para a construção de uma “cultura do encontro”, que permita a paz e a harmonia entre os povos. (...) Para vencer, é preciso superar o individualismo, o egoísmo, todas as formas de racismo, de intolerância e de instrumentalização da pessoa humana. Não é só no futebol que ser “fominha” constitui um obstáculo para o bom resultado do time; pois, quando somos “fominhas” na vida, ignorando as pessoas que nos rodeiam, toda a sociedade fica prejudicada.

Fonte: Rádio Vaticano 

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Rito de Admissão - Rafael Barbosa dos Santos

Irmãos e Irmãs,
Paz e bem!

Na Santa Eucaristia do dia 06/07/14, presidida pelo Frei Gustavo G Medella, OFM, aconteceu a entrada ao Período de Formação na Ordem Franciscana Secular do Irmão Rafael Barbosa dos Santos.

Ele participou durante 03 anos da Jufra (Juventude franciscana) na Fraternidade Chagas e agora decidiu seguir o carisma na OFS.

É com alegria no coração que recebemos este novo irmão para fazer conosco a experiência da Vida em Fraternidade.

Ele é bem prestativo, alegre e demonstra carinho e atenção para com os irmãos na fraternidade.

Certamente será um bom franciscano no meio do mundo, vivenciando os valores do Reino de Deus.

Seja bem-vindo!

Maria Nascimento      





terça-feira, 1 de julho de 2014

Visita do SEI (Serviço aos doentes e idosos)

No dia 21/06/14 estive juntamente com as irmãs Cecília e Wilma em visita a Irmã Maria Alves Cardoso Bastos que reside em Itaquera. Ela esteve internada e agora passa bem.

Conversamos, rezamos, tomamos café com bolo, tortas e sucos preparados com muito carinho pela sua filha para nós.

Passamos uma tarde de sábado bem agradável e alegre.

A lembrança que guardo com muito carinho em meu coração da irmã Maria Alves é que ela durante muitos e muitos anos em que participou efetivamente da Vida em fraternidade sempre levava a bandeira da Ordem nas missas de Profissão e datas festivas.

Ela tem 33 anos de Profissão na OFS.

Deus seja louvado pelos irmãos que o Senhor nos concede na riqueza da Vida em Fraternidade.


Maria Nascimento