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SOS Mata Atlântica e Santuário Nacional de Aparecida unem forças pela restauração florestal

Plantio de mudas nativas da Mata Atlântica na Fazenda Santana A Fundação SOS Mata Atlântica e o Santuário Nacional de Aparecida anunciam uma parceria para promover a restauração florestal de 248 hectares (ha) de Mata Atlântica nos municípios de Aparecida e Taubaté, em São Paulo. Também serão realizados projetos de educação ambiental com jovens, ações de sensibilização e engajamento da sociedade pela conservação da Mata Atlântica, como uma campanha com devotos durante a comemoração do Dia do Meio Ambiente, Data comemorada no dia 5 de junho. O projeto será lançado oficialmente em evento realizado amanhã (25), às 9h30 no Centro de Reuniões Santo Afonso de Ligório, nas imediações do Hotel Rainha do Brasil, em Aparecida. O evento tem como convidados, representantes de projetos ligados ao meio ambiente no Vale do Paraíba, das indústrias da região e especialistas da SOS Mata Atlântica. Mais de 620 mil mudas nativas serão plantadas em três propriedades do Santuário com recur...

Jovens fazem a Experiência do Ressuscitado

Frei Augusto Luiz Gabriel, ofm Campos do Jordão (SP) – A 7ª Caminhada Franciscana da Juventude terminou neste domingo com a mensagem do Ministro Provincial, Frei Fidêncio Vanboemmel, incentivando os 800 jovens que invadiram Campos do Jordão, neste final de semana (14 e 15/4), para continuarem “construindo sonhos”, mas sem se esquecer de uma escolha simples: “Não podemos sonhar se o Ressuscitado não estiver do nosso lado”. “Coragem, levanta-te, Jesus te chama”, extraído do evangelho de Mc (10, 49) foi o lema escolhido pelos organizadores do evento. Neste sentido, tendo como fundamento a Palavra de Deus, os jovens puderam refletir e acompanhar durante cada parada, pequenas encenações, neste ano chamada de “meditações”, ou seja, momentos de parada e de reflexão sobre questionamentos simples que exigem respostas profundas. “Mas escuta aqui, no caminho de vocês, o que havia? O que vocês experimentaram ao fazer este caminhar?”, perguntou o Ministro Provincial, Frei Fidêncio Vanboemme...

Aniversário de fundação da Ordem Franciscana

Memória de São Francisco. Renovação da Profissão religiosa São Francisco de Assis, o místico cantor das criaturas, santo do Amor e da Fraternidade, renovador da sociedade no espírito do Evangelho, estigmatizado por Cristo após a sua conversão acolheu os discípulos que queriam ficar sob sua direção. Primeiro, foram doze, depois aumentaram cada vez mais. “A Ordem dos Frades Menores” brotou da mente e do coração de Francisco, que já era todo de Deus e das almas, em Rivotorto, na Porciúncula. Ele escreveu breve Regra e foi a Roma com os onze primeiros discípulos. Obteve de Inocêncio III a aprovação da Ordem no dia 16 de abril de 1209 verbalmente. Seria esta a primeira Regra, perdida. Na volta de Roma passam por Orte e se estabelecem em Rivotorto perto de Assis, num rancho abandonado. Por escrito, obtém a aprovação de Honório III em 29 de novembro de 1223, com a Bula “Solet annuere“. A seus seguidores, o Pobrezinho os entregou seu amor à pobreza, sua mensagem de paz e bem e o códi...

Dom Sérgio da Rocha celebra santa missa e abre Assembleia Geral da CNBB no Santuário

Nesta quarta-feira, 11, Dom Sérgio da Rocha, Cardeal Arcebispo de Brasília/DF e presidente da CNBB, presidiu a santa missa de abertura da 56ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, no Altar Central do Santuário de Aparecida. Dom Sérgio ressaltou a importância da assembleia, principalmente no período que se vive a ressurreição de Jesus Cristo. " A alegria Pascal continua a ecoar dentro da Igreja. O Papa Francisco nos incentiva a fazer a experiência da alegria da santidade e de uma vida santa". O celebrante encoraja os companheiros a não desanimarem em meio a tantas dificuldades. "O Senhor ressuscitou. Esse é o maior exemplo que o amor venceu o ódio, a alegria venceu a tristeza e a esperança venceu o desânimo. A certeza de contar sempre com a presença amorosa de Deus nos anima na missão de evangelizar, compartilhando alegria, esperança e a paz do ressuscitado com todos, especialmente com pobres e sofredores. "  Por fim, Dom Sérgio convida todos os cristãos a ...

Em meio à crise e titubeios, a força do Ressuscitado

Frei Gustavo Medella “Quando dou comida aos pobres, me chamam de santo. Quando pergunto por que os pobres não têm comida, me chamam de comunista”. A frase, atribuída a Dom Helder Câmara, bispo brasileiro já falecido e com processo de beatificação em andamento, apresenta duas dimensões da prática cristã que vêm da origem das primeiras comunidades dos discípulos de Cristo: o socorro imediato das necessidades urgentes daqueles sofrem com a falta do mínimo necessário à vida e a busca de uma organização social que propicie um ambiente de partilha e respeito incondicional à vida de todos. Este ideal vem expresso na descrição que o livro dos Atos dos Apóstolos ao se referir às comunidades do cristianismo primitivo: “Entre eles ninguém passava necessidade, pois aqueles que possuíam terras ou casas vendiam-nas, levavam o dinheiro, e o colocavam aos pés dos apóstolos. Depois, era distribuído conforme a necessidade de cada um” (At 4,34-35). Segue breve reflexão sobre cada uma destas práti...

O Domingo de Páscoa

O Domingo da Páscoa da Ressurreição constitui uma ressonância da Vigília pascal, centro de todo o Ano Litúrgico. A partir da Ressurreição de Cristo, a terra transformou-se em céu, pois a pessoa humana, mesmo neste mundo, pode viver em Deus (cf. 2ª leit., Cl 3,1-4). A Páscoa é a festa da vida; da vida de Cristo e da vida nova dos cristãos. Na mensagem da Páscoa podemos realçar três aspectos: Primeiro: O sepulcro vazio. Maria Madalena vai ao sepulcro de madrugada e vê que a pedra fora retirada do sepulcro (cf. Ev., Jo 20,1-9). Desde que a pedra foi retirada do sepulcro de Jesus, a terra produziu o seu fruto, a vida brotou da terra; todo sepulcro transformou-se em lugar de esperança, de vida. Segundo:Os gestos de amor. Jesus dá-se a conhecer ressuscitado sobretudo lá onde se realizam gestos concretos de amor, de serviço ao corpo de Cristo. Basta pensarmos nas mulheres que vão ao sepulcro com aromas para ungir Jesus (cf. Mc 16,1). Lembremos Maria Madalena e a outra Maria...

Páscoa – Os Sacramentos Pascais

    Muito cedo, na Liturgia cristã, a Páscoa, e de modo particular a Vigília pascal, foi marcada pelos sacramentos da Iniciação Cristã, ou seja, o Batismo, a Crisma e a Eucaristia. A Liturgia renovada da Vigília pascal prevê que nas catedrais e comunidades paroquiais haja sempre a celebração do Batismo, de preferência de adultos, que tenham feito a caminhada de preparação próxima com a Comunidade paroquial durante a Quaresma. E sendo eles batizados, serão igualmente crismados, mesmo pelo presbítero que batiza, na ausência do Bispo, e participarão pela primeira vez da Eucaristia. A Páscoa é fundamentalmente uma festa batismal no seu sentido pleno, isto é, incluindo o mistério de Pentecostes, vivenciado na Crisma, e a vivência da comunidade cristã pela Eucaristia, atualização do mistério pascal de Cristo. É festa batismal da Igreja que gera e dá à luz novos filhos pelo batismo e a Crisma; e é festa batismal porque, renovada pela penitência quaresmal, toda a comunidade revi...

A Vigília Pascal

A vigília pascal constitui o âmago de todo o Ano Litúrgico. É considerada a mãe de todas as Vigílias. Aliás, toda a Ação pastoral da Quaresma deveria ter como meta a participação na Vigília pascal. Não basta dizê-lo aos fiéis. Será preciso os Pastores irem mostrando sua grande riqueza. Nesta noite santa, a Igreja não celebra apenas a Páscoa de Jesus Cristo. Celebra também a páscoa dos cristãos, seus membros. A festa pascal é festa batismal. A Igreja dá à luz novos filhos pela fé e pelo Batismo e, após a penitência quaresmal, renova a própria Aliança batismal, para participar mais intensamente da Ceia pascal do Cordeiro imolado e glorioso. Entre nós, a páscoa é enriquecida pela Campanha da Fraternidade. Por ela se realizou uma experiência pascal da Comunidade eclesial. Fundamentalmente se trata da celebração da vida renovada em Cristo ressuscitado. Tudo fala de vida e de felicidade. As diversas etapas da vigília fazem com que a vida divina penetre a Comunidade celebrante. A ...

A Páscoa de Cristo e dos Cristãos

Páscoa é a passagem da morte para a vida por obra de Deus. Na solenidade da Páscoa, que se estende por 50 dias, a Igreja celebra a Páscoa de Cristo e dos cristãos, ou a páscoa dos cristãos na páscoa de Cristo. A compreensão disso é de máxima importância para a vida em Cristo, para toda a dimensão pascal da vida dos cristãos. Por sua morte e ressurreição, Jesus vence o pecado e a morte: aquele que os ímpios fizeram perecer, suspendendo-o ao madeiro, Deus o ressuscitou ao terceiro dia (cf. 1ª leit., At 10,34a.37-43). “Ele nos ordenou que anunciássemos ao Povo e atestássemos ser ele o juiz dos vivos e dos mortos estabelecido por Deus. A ele todos os profetas dão testemunho de que todo aquele que nele crer receberá, por seu nome, a remissão dos pecados” (At 10, 42-43). Os cristãos já ressuscitaram com Cristo. Já morreram e sua vida está escondida com Cristo em Deus: “Ouando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então vós também sereis manifestados com ele em glória” (cf. 2ª le...

Sexta-feira Santa – Celebração da Paixão do Senhor

Enquanto o Esposo dorme, a esposa se cala. Assim, na Sexta-feira Santa e no Sábado Santo, a igreja não celebra os Sacramentos. Debruça-se totalmente sobre o sacrifício da Cruz por meio de uma Celebração da Palavra de Deus. Neste dia, a Liturgia deseja beber diretamente da fonte. Abre a celebração num gesto de humildade. Os ministros prostram-se em silêncio diante do altar e, em seguida, o Presidente, sem mais, diz a oração do dia. Segue-se a Liturgia da Palavra, onde se destaca a proclamação da Paixão de Jesus Cristo segundo João (Jo 18,1-19,42). Nela aparece o Cristo Senhor, o Cristo Rei, o Cristo vitorioso que vai comandando os diversos passos da Paixão. Entrega-se livremente, faz os guardas caírem por terra e, depois de tudo consumado, entrega o espírito ao Pai. Na morte ele é glorificado. Submete-se à morte para deixar-nos o exemplo de reconhecimento de nossa condição humana de criaturas mortais. Na Liturgia da Palavra, a Igreja curva-se sobre o mistério da Cruz. A resposta...

Quinta-feira Santa – Celebração Profética da Páscoa

Nos séculos IV e V, quando se formou o Rito romano, a Quinta-feira era o dia da reconciliação dos penitentes públicos para que pudessem celebrar com o fruto o Tríduo Pascal.Também na Liturgia renovada atual, a Ouinta-feira Santa tem dois momentos bem distintos. É simplesmente um Dia de semana da Semana Santa com Ofício do Dia de semana na Quaresma, e marca o início do Tríduo pascal com a Missa Vespertina da Ceia do Senhor. Temos ainda, na parte da manhã, a Missa do Crisma. Mas se quisermos caracterizar a Quinta-feira Santa no seu mistério mais profundo, podemos dizer que celebra profeticamente a Páscoa de Jesus Cristo prolongada na Igreja. Esta Igreja que nasce, como esposa, do lado aberto de Cristo, esta Igreja gerada como Corpo místico de Cristo pela celebração dos Sacramentos e a prática do novo mandamento. Em outras palavras, podemos dizer que na Quinta-feira Santa sela-se o Testamento da Nova Aliança, em torno dos Sacramentos, especialmente da Eucaristia, e do novo Mandament...

Quinta-feira Santa - Programação Santuário São Francisco

Papa: Jesus Cristo, o único que nos justifica e nos faz renascer, nenhum outro

”Na manhã de Páscoa, levem as crianças até a torneira e lavem os olhos delas. Será um sinal de como ver Jesus Ressuscitado”, disse o Papa ao concluir sua catequese sobre o Tríduo Pascal. Cidade do Vaticano O anúncio de que Cristo ressuscitou é o centro de nossa fé! O Papa Francisco dedicou a catequese da Audiência Geral desta quarta-feira ao Tríduo Pascal, “para aprofundar um pouco” o que representam para nós, crentes,  os dias “mais importantes do ano litúrgico”, que constituem “a memória celebrativa de um único grande mistério: a morte e a ressurreição do Senhor Jesus”. O Papa começou perguntando aos 12 mil fiéis presentes na Praça São Pedro qual era a festa mais importante da nossa fé, a Páscoa ou o Natal? E recordou, que até aos 15 anos, ele acreditava que fosse o Natal, “mas todos erramos”, pois é a Páscoa, “porque é a festa da nossa salvação, a festa do amor de Deus por nós, a festa, a celebração da sua morte e ressurreição”. Tríduo Pascal ...

Francisco de Assis, um homem reconciliado

A palavra reconciliação é de grandíssima atualidade. As “diferenças”  não são aceitas e as pessoas se encastelam no ódio, cavando cisternas  e cortando pontes.  Mundo caótico, mundo de ódios e de violência,  mundo “desembestado”  sem respeito nem  cortesia. Os homens perderam a formula de serem humanos. Nada mais importante do que um empenho de reconciliação.  Frei  Antonin Allis, OFMCap, publicou na revista “Evangile  Aujourd’hui”,  n. 211, p. 29-35, um texto que levou o título de “François d’Assise, un homme  reconcilie”.  Nosso site da Imaculada se inspira fortemente  nessa reflexão do frade capuchinho. A reconciliação abrange um conjunto de relações do ser humano consigo mesmo, com os outros, com Deus e com o mundo criado. O contrário de “reconciliado” parece ser uma pessoa “explodida”. A não reconciliação é alguma coisa da ordem da violência ou da paixão. As pessoas se dopam, se drogam para “corrigir” as explos...

OFÍCIO DA PAIXÃO DE NOSSO SENHOR – ESCRITOS DE SÃO FRANCISCO

TERCEIRA PARTE Aqui começam outros Salmos, que nosso beatíssimo pai Francisco compilou igualmente. Sejam rezados em lugar dos acima citados Salmos em honra da paixão do Senhor, nos domingos e festas principais desde a oitava de Pentecostes até o Advento e desde a oitava da Epifania até a Quinta-feira Santa. Entenda-se bem que devem ser rezados nesse mesmo dia, porque é o dia da Páscoa do Senhor. COMPLETAS Antífona: Santa Virgem Maria Salmo: Ó Deus, vinde em meu auxílio (Sl 69). Como está no Saltério. MATINAS Antífona: Santa Virgem Maria. Salmo: Cantai ao Senhor… Como acima… PRIMA Antífona: Santa Virgem Maria. Salmo: Tende piedade de mim, ó Deus… Como acima… TERÇA Antífona: Santa Virgem Maria. Salmo: 1 Aclamai a Deus, terras todas, cantai a glória do seu nome; – rendei-lhe glorioso louvor (Sl 65,1). 2 Dizei a Deus: Como são estupendas vossas obras! – Tal é o vosso poder que os próprios inimigos vos glorificam (Sl 65,2) 3 Diante de vós se prosterne toda a terr...